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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Guterres e Trump conversaram sobre Oriente Médio e Península Coreana

Reunião em Washington também destacou reforma das Nações Unidas; Banco Mundial e ONU lançaram acordo sobre ações para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.


Alexandre Soares | ONU

O secretário-geral das Nações Unidas reuniu-se esta sexta-feira na Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

António Guterres e Donald Trump na Casa Branca | Casa Branca

No encontro em Washington, os dois líderes falaram da situação no Oriente Médio, na Península Coreana e da reforma das Nações Unidas. Guterres agradeceu os EUA pelo envolvimento contínuo no trabalho da organização.

Colaboração

Guterres deixou a Casa Branca para assinar um acordo de cooperação com o Banco Mundial para cumprir a Agenda 2030. O Quadro de Parceria Estratégica foi firmado com o presidente da instituição, Jim Yong Kim.

Em nota, a ONU e o Banco Mundial afirmaram que o acordo “compromete as duas instituições a trabalhar em conjunto para ajudar os países a alcançar resultados mensuráveis e para transformar as suas economias e sociedades. ”

A prevenção é o tema central da parceria, que “reconhece e expande sucessos consideráveis do passado e colaborações presentes. ”

Segundo a nota, as organizações vão centrar-se “em prioridades selecionadas em conjunto e usando áreas complementares e sinergias institucionais, alargando assim o seu impacto. ”

O acordo identifica quatro áreas de cooperação: finanças e implementação de apoio aos países para atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ação decisiva para as mudanças climáticas, trabalho conjunto em cenários de crise e de ajuda humanitária, e, por fim, utilização de informação para melhorar os resultados do desenvolvimento.

Acompanhamento

A nota diz que é preciso “trabalhar com a agilidade necessária para um contexto que muda rapidamente, adaptando-se a tendências motivadas pela tecnologia e outros temas de fronteira que podem mudar a forma como se trabalha. ”

Grupos técnicos das duas organizações vão trabalhar para assegurar a implementação destes compromissos.

O acordo estabelece que as lideranças da ONU e do Banco Mundial se devem reunir todos os anos para avaliar a parceria.

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