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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Guterres e Trump conversaram sobre Oriente Médio e Península Coreana

Reunião em Washington também destacou reforma das Nações Unidas; Banco Mundial e ONU lançaram acordo sobre ações para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.


Alexandre Soares | ONU

O secretário-geral das Nações Unidas reuniu-se esta sexta-feira na Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

António Guterres e Donald Trump na Casa Branca | Casa Branca

No encontro em Washington, os dois líderes falaram da situação no Oriente Médio, na Península Coreana e da reforma das Nações Unidas. Guterres agradeceu os EUA pelo envolvimento contínuo no trabalho da organização.

Colaboração

Guterres deixou a Casa Branca para assinar um acordo de cooperação com o Banco Mundial para cumprir a Agenda 2030. O Quadro de Parceria Estratégica foi firmado com o presidente da instituição, Jim Yong Kim.

Em nota, a ONU e o Banco Mundial afirmaram que o acordo “compromete as duas instituições a trabalhar em conjunto para ajudar os países a alcançar resultados mensuráveis e para transformar as suas economias e sociedades. ”

A prevenção é o tema central da parceria, que “reconhece e expande sucessos consideráveis do passado e colaborações presentes. ”

Segundo a nota, as organizações vão centrar-se “em prioridades selecionadas em conjunto e usando áreas complementares e sinergias institucionais, alargando assim o seu impacto. ”

O acordo identifica quatro áreas de cooperação: finanças e implementação de apoio aos países para atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ação decisiva para as mudanças climáticas, trabalho conjunto em cenários de crise e de ajuda humanitária, e, por fim, utilização de informação para melhorar os resultados do desenvolvimento.

Acompanhamento

A nota diz que é preciso “trabalhar com a agilidade necessária para um contexto que muda rapidamente, adaptando-se a tendências motivadas pela tecnologia e outros temas de fronteira que podem mudar a forma como se trabalha. ”

Grupos técnicos das duas organizações vão trabalhar para assegurar a implementação destes compromissos.

O acordo estabelece que as lideranças da ONU e do Banco Mundial se devem reunir todos os anos para avaliar a parceria.

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