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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Inteligência dos EUA suspeita que Irã esteja prestes a atacar Israel

As Forças de Defesa de Israel permanecem em alerta máximo depois de terem detectado uma "atividade irregular das forças iranianas na Síria".


Sputnik

A CNN citou várias fontes de inteligência dos EUA dizendo que o Irã está alegadamente prestes a atacar Israel, mas não está claro quando o ataque poderia acontecer. 


Soldados de Israel nas Colinas de Golã, 6 de setembro de 2016
Militares israelenses na fronteira síria © AFP 2018 / JALAA MAREY

"Se houver um ataque, não seria imediatamente claro que é o Irã", observou uma das fontes.

Representantes da coalização liderada pelos EUA na Síria, por sua vez, declararam que não notaram nenhuma mudança no comportamento das forças apoiadas pelo Irã que operam no território Sírio.

"Não notamos nenhuma mudança […] Monitoramos de perto todas as ameaças às nossas forças e, como vocês sabem, manteremos nosso direito de autodefesa se precisarmos, mas não percebemos nenhuma mudança", enfatizou Felix Gedne, major-general do Exército do Reino Unido.

As declarações chegaram junto com os relatos de que as Forças de Defesa de Israel "estão em alerta máximo a um ataque" depois que os militantes observaram uma "atividade irregular das forças iranianas na Síria".

Tel Aviv também teria instruído autoridades locais nas Colinas de Golã ocupadas por Israel para "destrancar e preparar abrigos (antibomba)".

As instruções vieram logo depois da imposição das sanções dos EUA contra Teerã e a retirada de Washington do acordo nuclear com o Irã, também conhecido como Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), anunciado pelo presidente Donald Trump.

Em um desenvolvimento separado, o exército sírio repeliu os supostos ataques com mísseis israelenses perto do assentamento de Al-Kiswah, localizado a 23 quilômetros ao sul de Damasco, reportou a televisão estatal síria, citando uma fonte militar.

Anteriormente, uma fonte no Aeroporto Internacional de Beirute disse à Sputnik que a aeronave de combate israelense estava no espaço aéreo libanês no suposto momento da investida na Síria. Os militares israelenses se recusaram a comentar as reportagens sobre o suposto envolvimento no ataque.

Com a recusa de Teerã em reconhecer Israel, Tel Aviv afirma que o Irã está expandindo o alcance de seus mísseis com capacidade nuclear, o que está em desacordo com o JCPOA. Segundo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, Israel tem milhares de documentos revelando como Teerã supostamente mentiu para o mundo depois de assinar o acordo nuclear.

As relações entre os dois países se deterioraram ainda mais no contexto da situação na Síria, de onde o Irã pode supostamente lançar um ataque contra Israel, reportou a mídia israelense.

Segundo o pessoal de segurança, o Irã pode realizar um ataque de mísseis de retaliação contra alvos militares no norte de Israel depois do ataque do mês passado a uma base na Síria.

Tel Aviv afirma que o Irã supostamente implantou forças militares na Síria com o propósito de atacar Israel. Teerã nega as alegações justificando que está apenas enviando assessores militares para a República Árabe.

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