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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Irã planeja implantar 'armas muito perigosas na Síria', declara Netanyahu

Na terça-feira (8), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou o Irã de posicionar "armas muito perigosas" na Síria como parte da campanha para ameaçar Israel.


Sputnik

Netanyahu disse aos jornalistas que o Irã "apela abertamente e diariamente à destruição, eliminação de Israel da superfície da terra e pratica uma agressão aberta" contra Tel Aviv.


Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, apresentando materiais sobre o suposto programa nuclear iraniano em Tel Aviv
Benjamin Netanyahu © AP Photo/ Sebastian Scheiner

No decorrer da sua visita ao Chipre, Netanyahu afirmou que agora Teerã "está buscando implantar armas muito perigosas na Síria com o fim específico de destruir" Israel.

Entretanto, o Irã respondeu às acusações israelenses com palavras duras, sublinhando que os militares do país são capazes de eliminar qualquer ameaça potencial contra a República Islâmica.

"As Forças Armadas estão prestando o melhor serviço e nenhuma ameaça assusta o Irã", declarou o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas do Irã, general-major Mohammad Bagheri citado pela agência de notícias IRNA.

A guerra de palavras entre o Irã e Israel intensificou-se depois de, em 3 de maio, Netanyahu ter dito que Israel tinha obtido 100.000 documentos impressos e digitais que, de acordo com ele, provam irrefutavelmente que o programa nuclear iraniano tem um componente militar secreto, batizado de Projeto Amad. Esta declaração foi feita pouco antes da data limite (12 de maio) para o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar se Washington irá ou não continuar a fazer parte do acordo nuclear.

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