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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Israel concorda com presença das tropas sírias perto de suas fronteiras com uma condição

Israel permitiu a presença de tropas do governo da Síria junto das suas fronteiras do norte. O acordo foi firmado com a mediação da Rússia, segundo informou a mídia local.


Sputnik

"Ele [o acordo] estipula que o exército de Assad ocupará as posições na fronteira com Israel e, em contrapartida, os russos asseguram que não haverá a presença do Irã e do Hezbollah", diz a mensagem.

Um soldado israelense vigiando a linha de demarcação que separa o território sírio e israelense
Militar israelense na fronteira com a Síria © AFP 2018 / AHMAD GHARABLI

A região próxima da linha de demarcação que separa o território sírio do israelense faz parte da zona de desescalação formada em 2017 pelo acordo entre a Rússia, os EUA e a Cisjordânia.

No dia anterior, o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, declarou que apenas as forças governamentais do país devem permanecer na fronteira sul da Síria.

Israel demonstra preocupação com a existência de bases militares iranianas perto de sua fronteira com a Síria e realiza frequentes ações para aniquilar as instalações relevantes.

Um dos episódios ocorreu em 8 de maio. Na noite desse dia os militares israelenses detectaram "atividade incomum" das forças iranianas na Síria. As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês) consideraram que havia preparativos para um possível ataque.

Os militares afirmaram que estavam prontos para "vários cenários" e determinados a dar "uma resposta decisiva a qualquer agressão". Além disso, iniciou-se uma mobilização limitada de reservistas.

Algum tempo depois, Israel bombardeou os territórios ao sul de Damasco.

Na noite de 10 de maio, Israel comunicou que as forças iranianas na Síria haviam alegadamente disparado em direção às Colinas de Golã, o que levou à retaliação.

Alguns especialistas militares admitem que o apoio de Israel por parte dos Estados Unidos pode levar a um verdadeiro conflito militar.

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