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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
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A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Israel concorda com presença das tropas sírias perto de suas fronteiras com uma condição

Israel permitiu a presença de tropas do governo da Síria junto das suas fronteiras do norte. O acordo foi firmado com a mediação da Rússia, segundo informou a mídia local.


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"Ele [o acordo] estipula que o exército de Assad ocupará as posições na fronteira com Israel e, em contrapartida, os russos asseguram que não haverá a presença do Irã e do Hezbollah", diz a mensagem.

Um soldado israelense vigiando a linha de demarcação que separa o território sírio e israelense
Militar israelense na fronteira com a Síria © AFP 2018 / AHMAD GHARABLI

A região próxima da linha de demarcação que separa o território sírio do israelense faz parte da zona de desescalação formada em 2017 pelo acordo entre a Rússia, os EUA e a Cisjordânia.

No dia anterior, o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, declarou que apenas as forças governamentais do país devem permanecer na fronteira sul da Síria.

Israel demonstra preocupação com a existência de bases militares iranianas perto de sua fronteira com a Síria e realiza frequentes ações para aniquilar as instalações relevantes.

Um dos episódios ocorreu em 8 de maio. Na noite desse dia os militares israelenses detectaram "atividade incomum" das forças iranianas na Síria. As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês) consideraram que havia preparativos para um possível ataque.

Os militares afirmaram que estavam prontos para "vários cenários" e determinados a dar "uma resposta decisiva a qualquer agressão". Além disso, iniciou-se uma mobilização limitada de reservistas.

Algum tempo depois, Israel bombardeou os territórios ao sul de Damasco.

Na noite de 10 de maio, Israel comunicou que as forças iranianas na Síria haviam alegadamente disparado em direção às Colinas de Golã, o que levou à retaliação.

Alguns especialistas militares admitem que o apoio de Israel por parte dos Estados Unidos pode levar a um verdadeiro conflito militar.

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