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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel é 'incapaz' de eliminar Assad, afirma político iraniano

Um importante político iraniano respondeu ao aviso de um ministro israelense que fez ameaças de que Tel Aviv pode assassinar o presidente da Síria se ele continuar "permitindo que o Irã opere" do seu país.


Sputnik

Falando à Sputnik sobre os comentários do ministro da Energia israelense Yuval Steinitz, o parlamentar iraniano Adolfazl Hassanbeigi disse que os israelenses são incapazes de prosseguir com as ameaças.


Presidente sírio Bashar Assad
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo / Vahid Salem

"Israel não pode fazer nada; eles são incapazes de realizar isso", enfatizou o membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa.

Hassanbeigi acrescentou que a "presença do Irã na Síria em caráter consultivo é legal e ocorre a pedido do governo sírio".

No início da segunda-feira (7), Yuval Steinitz advertiu que Tel Aviv eliminaria o presidente Bashar Assad se a suposta presença iraniana em seu país continuasse.

"Se Assad deixar o Irã transformar a Síria em uma base militar contra nós, para nos atacar a partir do território sírio, ele deve saber que este será seu fim", afirmou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã de enviar armas avançadas para a Síria, incluindo drones, defesas aéreas e mísseis terra-terra. Israel intensificou seus ataques aéreos contra o que alega serem alvos integrados ao Irã na Síria no mês passado, e acusou Teerã de tentar transformar a Síria em uma cabeceira de ponte hostil contra Tel Aviv. No domingo (6), Maria Zakharova, representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, destacou o importante papel do Irã na luta contra o terrorismo.

Netanyahu disse que discutirá a presença do Irã na Síria durante sua visita programada à Rússia na quarta-feira (9).

Damasco acolheu o apoio iraniano e russo em sua longa guerra contra uma miscelânea desorganizada de milícias armadas e grupos terroristas. Ao mesmo tempo, o governo sírio acusou Israel, Turquia, EUA e França de violar reiteradamente sua soberania e integridade territorial.

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