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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Israel: Irã precisará de muitos meses para se recuperar após ataques na Síria

O Irã precisará de "muitos meses" para se recuperar dos danos causados a suas forças na Síria pela Força Aérea de Israel, declarou Jonathan Conricus, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI).


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Conricus qualificou os ataques aéreos contra posições do Irã na Síria como uma das maiores operações aéreas de Israel nos últimos anos e "sem dúvida a maior [operação] contra alvos iranianos".


Cidade síria de Aleppo após bombardeamentos (arquivo)
Aleppo, Síria © AFP 2018 / Karam Al-Masri

"Supomos que o Irã precisará de muito tempo para se recuperar, são muitos meses de trabalho ou até mais […] Foi uma operação de grande escala contra componentes importantes da presença iraniana [na Síria]: inteligência, logística, bases militares, armazéns, postos de observação e muitos outros", informou o porta-voz.

Conricus relatou que, de acordo com os dados preliminares do exército israelense, todos os alvos atingidos foram eliminados e todos os aviões israelenses que participaram da operação voltaram a suas bases. 

Segundo o porta-voz, Israel não dispõe de informações exatas sobre baixas da parte iraniana.

"Tentamos danificar menos as forças vivas e mais as armas e instalações, não tentamos maximizar as baixas entre os efetivos. A missão visou em primeiro lugar causar um dano a longo prazo ao potencial militar iraniano na Síria", explicou.

Os militares israelenses afirmam que o ataque teve como alvos principais as instalações da força Quds, a unidade de forças especiais do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica que monitora as operações iranianas na Síria.

Anteriormente, os militares de Israel relataram que as forças iranianas tinham lançado cerca de 20 mísseis desde o território sírio contra posições israelenses nas Colinas de Golã. Em resposta, a Força Aérea de Israel atacou instalações iranianas no território sírio.

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