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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Israel: Irã precisará de muitos meses para se recuperar após ataques na Síria

O Irã precisará de "muitos meses" para se recuperar dos danos causados a suas forças na Síria pela Força Aérea de Israel, declarou Jonathan Conricus, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI).


Sputnik

Conricus qualificou os ataques aéreos contra posições do Irã na Síria como uma das maiores operações aéreas de Israel nos últimos anos e "sem dúvida a maior [operação] contra alvos iranianos".


Cidade síria de Aleppo após bombardeamentos (arquivo)
Aleppo, Síria © AFP 2018 / Karam Al-Masri

"Supomos que o Irã precisará de muito tempo para se recuperar, são muitos meses de trabalho ou até mais […] Foi uma operação de grande escala contra componentes importantes da presença iraniana [na Síria]: inteligência, logística, bases militares, armazéns, postos de observação e muitos outros", informou o porta-voz.

Conricus relatou que, de acordo com os dados preliminares do exército israelense, todos os alvos atingidos foram eliminados e todos os aviões israelenses que participaram da operação voltaram a suas bases. 

Segundo o porta-voz, Israel não dispõe de informações exatas sobre baixas da parte iraniana.

"Tentamos danificar menos as forças vivas e mais as armas e instalações, não tentamos maximizar as baixas entre os efetivos. A missão visou em primeiro lugar causar um dano a longo prazo ao potencial militar iraniano na Síria", explicou.

Os militares israelenses afirmam que o ataque teve como alvos principais as instalações da força Quds, a unidade de forças especiais do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica que monitora as operações iranianas na Síria.

Anteriormente, os militares de Israel relataram que as forças iranianas tinham lançado cerca de 20 mísseis desde o território sírio contra posições israelenses nas Colinas de Golã. Em resposta, a Força Aérea de Israel atacou instalações iranianas no território sírio.

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