Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel mata 3 palestinos desarmados

Soldados israelenses mataram três palestinos próximos da cerca que faz fronteira com a Faixa de Gaza neste domingo (6).


Sputnik

Segundo o médico palestino Izzat Shatat, as vítimas foram mortas com tiros de tanque e rajadas de metralhadora. Shatat contou que os palestinos estavam próximos da fronteira, mas não soube precisar se eles tentavam entrar em Israel.


Homens armados do Hamas carregam caixão de um de seus homens na Faixa de Gaza neste domingo (6).
Homens armados do Hamas carregam caixão © AP Photo / Khalil Hamra

Já o Exército israelense disse que quatro homens chegaram na área da cerca "com a intenção de se infiltrar e realizar de um ataque de terror" e que foram encontrados com eles os seguintes itens: machado, alicate, máscara de oxigênio, luvas e dois tanques de gás.

Os palestinos fazem protestos semanais na fronteira com Israel há mais de um mês. O Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza, diz que as manifestações continuarão enquanto o bloqueio de mais de uma década feito por Israel e Egito seja mantido.

Há um protesto marcado para 14 de maio — quando os Estados Unidos planejam transferir sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém — cuja área oriental foi invadida por Israel.

Já no dia seguinte, 15 de maio, os palestinos planejam a "Nakba", uma manifestação que lembra os centenas de milhares de palestinos que fugiram ou foram expulsos de suas casas pela guerra que ocorreu após a criação do Estado de Israel, em 1948.

Desde o final de março, 40 manifestantes palestinos foram mortos e mais 1.700 foram feridos.

Israel tem recebido críticas internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Europeia pelo uso de força letal contra manifestantes desarmados.

Os israelenses alegam que estão defendendo sua fronteira e as comunidades próximas — e que suas tropas miram apenas os agitadores. Israel acusa o Hamas — que jurou a destruição de Israel — de tentar realizar atentados disfarçados de protestos.

Além dos mortos e feridos no contexto das manifestações, 10 palestinos foram mortos desde 30 de março em outros incidentes fronteiriços.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas