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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Israel mata 3 palestinos desarmados

Soldados israelenses mataram três palestinos próximos da cerca que faz fronteira com a Faixa de Gaza neste domingo (6).


Sputnik

Segundo o médico palestino Izzat Shatat, as vítimas foram mortas com tiros de tanque e rajadas de metralhadora. Shatat contou que os palestinos estavam próximos da fronteira, mas não soube precisar se eles tentavam entrar em Israel.


Homens armados do Hamas carregam caixão de um de seus homens na Faixa de Gaza neste domingo (6).
Homens armados do Hamas carregam caixão © AP Photo / Khalil Hamra

Já o Exército israelense disse que quatro homens chegaram na área da cerca "com a intenção de se infiltrar e realizar de um ataque de terror" e que foram encontrados com eles os seguintes itens: machado, alicate, máscara de oxigênio, luvas e dois tanques de gás.

Os palestinos fazem protestos semanais na fronteira com Israel há mais de um mês. O Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza, diz que as manifestações continuarão enquanto o bloqueio de mais de uma década feito por Israel e Egito seja mantido.

Há um protesto marcado para 14 de maio — quando os Estados Unidos planejam transferir sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém — cuja área oriental foi invadida por Israel.

Já no dia seguinte, 15 de maio, os palestinos planejam a "Nakba", uma manifestação que lembra os centenas de milhares de palestinos que fugiram ou foram expulsos de suas casas pela guerra que ocorreu após a criação do Estado de Israel, em 1948.

Desde o final de março, 40 manifestantes palestinos foram mortos e mais 1.700 foram feridos.

Israel tem recebido críticas internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Europeia pelo uso de força letal contra manifestantes desarmados.

Os israelenses alegam que estão defendendo sua fronteira e as comunidades próximas — e que suas tropas miram apenas os agitadores. Israel acusa o Hamas — que jurou a destruição de Israel — de tentar realizar atentados disfarçados de protestos.

Além dos mortos e feridos no contexto das manifestações, 10 palestinos foram mortos desde 30 de março em outros incidentes fronteiriços.

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