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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Israel mata 3 palestinos desarmados

Soldados israelenses mataram três palestinos próximos da cerca que faz fronteira com a Faixa de Gaza neste domingo (6).


Sputnik

Segundo o médico palestino Izzat Shatat, as vítimas foram mortas com tiros de tanque e rajadas de metralhadora. Shatat contou que os palestinos estavam próximos da fronteira, mas não soube precisar se eles tentavam entrar em Israel.


Homens armados do Hamas carregam caixão de um de seus homens na Faixa de Gaza neste domingo (6).
Homens armados do Hamas carregam caixão © AP Photo / Khalil Hamra

Já o Exército israelense disse que quatro homens chegaram na área da cerca "com a intenção de se infiltrar e realizar de um ataque de terror" e que foram encontrados com eles os seguintes itens: machado, alicate, máscara de oxigênio, luvas e dois tanques de gás.

Os palestinos fazem protestos semanais na fronteira com Israel há mais de um mês. O Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza, diz que as manifestações continuarão enquanto o bloqueio de mais de uma década feito por Israel e Egito seja mantido.

Há um protesto marcado para 14 de maio — quando os Estados Unidos planejam transferir sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém — cuja área oriental foi invadida por Israel.

Já no dia seguinte, 15 de maio, os palestinos planejam a "Nakba", uma manifestação que lembra os centenas de milhares de palestinos que fugiram ou foram expulsos de suas casas pela guerra que ocorreu após a criação do Estado de Israel, em 1948.

Desde o final de março, 40 manifestantes palestinos foram mortos e mais 1.700 foram feridos.

Israel tem recebido críticas internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Europeia pelo uso de força letal contra manifestantes desarmados.

Os israelenses alegam que estão defendendo sua fronteira e as comunidades próximas — e que suas tropas miram apenas os agitadores. Israel acusa o Hamas — que jurou a destruição de Israel — de tentar realizar atentados disfarçados de protestos.

Além dos mortos e feridos no contexto das manifestações, 10 palestinos foram mortos desde 30 de março em outros incidentes fronteiriços.

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