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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Jornalista ucraniano explica por que Kiev não pode ter pretensões nenhumas sobre a Crimeia

O editor-chefe da edição on-line ucraniana Taimer, Yuri Tkachev, avaliou as capacidades de Kiev para sustentar a Crimeia, concluindo que seus compatriotas não podem considerar a península como sua.


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De acordo com o jornalista, ao longo de cinco anos, entre 2015 e 2020, a Rússia gastou cerca de "25 bilhões de dólares" com o desenvolvimento das infraestruturas da região (vale ressaltar que, conforme a respectiva diretiva do governo, se trata de US$ 825 bilhões).


Comício em Sevastopol em honra da reunificação da Crimeia à Rússia
População de Sevastopol em manifestação pela reunificação da Crimeia com a Rússia © Sputnik / Aleksei Malgavko

Tkachev frisa que a Ucrânia, por sua vez, alocou apenas 9 milhões de dólares para a península em 2013.

"Quando os políticos ucranianos afirmam que a Crimeia é deles, pergunte-lhes: será que eles têm dinheiro para a Crimeia?", escreveu o jornalista no Facebook.

Ele também supôs que a Ucrânia não encontraria dinheiro para "arrumar" sua própria infraestrutura. Para isso, acredita Tkachev, seria necessário investir nela ao menos US$ 10 bilhões anuais durante uma década.

"Nunca ninguém nos vai dar essa soma", resumiu.

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