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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Líder iraniano: há mais de 10 mentiras no discurso de Trump sobre saída do acordo nuclear

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, referiu-se ao discurso de Donald Trump, presidente norte-americano, sobre a saída dos EUA do acordo nuclear, como "estúpido e superficial".


Sputnik

"Ele podia ter mais de 10 mentiras em seus comentários. Ele ameaçou o regime e as pessoas, dizendo que 'vou fazer isso e aquilo'. Senhor Trump, digo-lhe em nome do povo iraniano: você cometeu um erro", declarou Khamenei em 9 de maio.


Aiatolá Ali Khamenei fala em Teerã, Irã (arquivo)
Aiatolá Ali Khamenei © AP Photo / Escritório do líder supremo iraniano

Khamenei tem apoiado o acordo nuclear iraniano e criticado Donald Trump por não cumprir as promessas dadas sobre o acordo.

Na terça-feira (8), Donald Trump anunciou decisão de sair do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês) e prometeu voltar a introduzir sanções econômicas mais rigorosas contra o Irã em resposta ao desenvolvimento do programa nuclear de Teerã.

Em resposta ao passo dos EUA, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse no mesmo dia que Teerã não pretende sair do JCPOA e que o acordo continua entre o Irã e os restantes cinco participantes.

O JCPOA foi assinado em 14 de julho de 2015 pela União Europeia e o grupo de países P5+1, ou seja, pela China, França, Rússia, Reino Unido e EUA mais a Alemanha. O documento estipula o cancelamento gradual das sanções contra o Irã em troca do encerramento de seu programa nuclear e autorização de inspeções para garantir caráter pacífico do programa.

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