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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Líder iraniano: há mais de 10 mentiras no discurso de Trump sobre saída do acordo nuclear

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, referiu-se ao discurso de Donald Trump, presidente norte-americano, sobre a saída dos EUA do acordo nuclear, como "estúpido e superficial".


Sputnik

"Ele podia ter mais de 10 mentiras em seus comentários. Ele ameaçou o regime e as pessoas, dizendo que 'vou fazer isso e aquilo'. Senhor Trump, digo-lhe em nome do povo iraniano: você cometeu um erro", declarou Khamenei em 9 de maio.


Aiatolá Ali Khamenei fala em Teerã, Irã (arquivo)
Aiatolá Ali Khamenei © AP Photo / Escritório do líder supremo iraniano

Khamenei tem apoiado o acordo nuclear iraniano e criticado Donald Trump por não cumprir as promessas dadas sobre o acordo.

Na terça-feira (8), Donald Trump anunciou decisão de sair do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês) e prometeu voltar a introduzir sanções econômicas mais rigorosas contra o Irã em resposta ao desenvolvimento do programa nuclear de Teerã.

Em resposta ao passo dos EUA, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse no mesmo dia que Teerã não pretende sair do JCPOA e que o acordo continua entre o Irã e os restantes cinco participantes.

O JCPOA foi assinado em 14 de julho de 2015 pela União Europeia e o grupo de países P5+1, ou seja, pela China, França, Rússia, Reino Unido e EUA mais a Alemanha. O documento estipula o cancelamento gradual das sanções contra o Irã em troca do encerramento de seu programa nuclear e autorização de inspeções para garantir caráter pacífico do programa.

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