Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Macron pede que Rohani mantenha acordo nuclear multilateral

O presidente da França, Emmanuel Macron, ligou nesta quarta-feira para o presidente do Irã, Hassan Rohani, expressou a vontade de manter o acordo nuclear multilateral, apesar da saída dos Estados Unidos, e ressaltou a importância de o Irã fazer o mesmo.


EFE

Paris - Ele manifestou "a vontade da França de continuar colocando em prática o acordo nuclear iraniano em todas as suas dimensões", indicou a presidência francesa em comunicado. Esse pacto nuclear multilateral foi assinado em 2015 e limita o programa atômico do Irã em troca da suspensão das sanções internacionais. Como tinha se comprometido na campanha eleitoral, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou ontem o acordo assinado pelo antecessor, Barack Obama.


O presidente da França, Emmanuel Macron. EFE/ Francois Guillot/ Pool
O presidente da França, Emmanuel Macron. EFE/ Francois Guillot/ Pool

Macron e Rohani acertaram trabalhar de forma conjunta para que outros países possam prosseguir com o acordo de 2015 e a estabilidade regional seja preservada, acrescentou o Elísio. Ele lembrou que os ministros de Relações Exteriores da França e do Irã "se reunirão o quanto antes para ter um diálogo" que preserve o acordo.

O presidente francês informou ao colega sobre a declaração conjunta adotada ontem com a chanceler alemã, Angela Merkel, e a primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre a vontade de manter o tratado. Ao mesmo tempo, reiterou a vontade de iniciar um diálogo com todas as partes envolvidas para ampliar o acordo de 2015 e incluir aspectos como o programa balístico iraniano ou seu envolvimento nas crises do Oriente Médio.

Na Assembleia Nacional francesa, o ministro de Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, defendeu que o pacto "não está morto" e que o Executivo em Paris fará todo o possível para convencer os países da importância da sua vigência. Além disso, assegurou que defenderá os interesses das suas empresas que têm contratos com o Irã e que foram ameaçadas com sanções por Trump.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas