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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Macron pede que Rohani mantenha acordo nuclear multilateral

O presidente da França, Emmanuel Macron, ligou nesta quarta-feira para o presidente do Irã, Hassan Rohani, expressou a vontade de manter o acordo nuclear multilateral, apesar da saída dos Estados Unidos, e ressaltou a importância de o Irã fazer o mesmo.


EFE

Paris - Ele manifestou "a vontade da França de continuar colocando em prática o acordo nuclear iraniano em todas as suas dimensões", indicou a presidência francesa em comunicado. Esse pacto nuclear multilateral foi assinado em 2015 e limita o programa atômico do Irã em troca da suspensão das sanções internacionais. Como tinha se comprometido na campanha eleitoral, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou ontem o acordo assinado pelo antecessor, Barack Obama.


O presidente da França, Emmanuel Macron. EFE/ Francois Guillot/ Pool
O presidente da França, Emmanuel Macron. EFE/ Francois Guillot/ Pool

Macron e Rohani acertaram trabalhar de forma conjunta para que outros países possam prosseguir com o acordo de 2015 e a estabilidade regional seja preservada, acrescentou o Elísio. Ele lembrou que os ministros de Relações Exteriores da França e do Irã "se reunirão o quanto antes para ter um diálogo" que preserve o acordo.

O presidente francês informou ao colega sobre a declaração conjunta adotada ontem com a chanceler alemã, Angela Merkel, e a primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre a vontade de manter o tratado. Ao mesmo tempo, reiterou a vontade de iniciar um diálogo com todas as partes envolvidas para ampliar o acordo de 2015 e incluir aspectos como o programa balístico iraniano ou seu envolvimento nas crises do Oriente Médio.

Na Assembleia Nacional francesa, o ministro de Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, defendeu que o pacto "não está morto" e que o Executivo em Paris fará todo o possível para convencer os países da importância da sua vigência. Além disso, assegurou que defenderá os interesses das suas empresas que têm contratos com o Irã e que foram ameaçadas com sanções por Trump.

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