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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Mídia divulga VÍDEOS de defesa antiaérea síria abatendo mísseis israelenses (VIDEO)

Os sistemas de defesa antiaérea da Síria interceptaram vários mísseis lançados por caças israelenses depois de Tel Aviv ter alegadamente alvejado o exército sírio na área das Colinas de Golã, reportou a SANA.


Sputnik

A agência de notícias síria SANA relatou, citando uma fonte militar, que a defesa antiaérea do exército "derrubou dezenas de mísseis israelenses, impedindo a maioria deles de atingir seus alvos". No entanto, alguns mísseis conseguiram atingir radares e um depósito de munições. Israel, por sua vez, disse que havia retaliado contra as forças iranianas na Síria, que tinham lançado cerca de 20 mísseis contra posições avançadas israelenses. Vídeos liberados pela SANA mostram o momento em que Damasco derrubou mísseis israelenses.


Centro militar de pesquisa, na cidade síria de Barzeh, atingido por um míssil lançado durante o ataque dos EUA, Reino Unido e França em 13 de abril
Barzeh, Síria © Sputnik / Yazan Kalash

Enquanto isso, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, disse que as forças de Tel Aviv atingiram "quase toda a infraestrutura iraniana na Síria" e ressaltou que nenhum alvo foi atingido em território israelense.

"Permanecemos em alerta máximo, vigiando e monitorando a atividade iraniana na Síria. Não queremos intensificar a situação, mas responderemos a um novo ataque iraniano, estamos prontos para dar uma resposta poderosa. Advertimos os iranianos a respeito disto", disse o porta-voz militar Jonathan Conricus a repórteres.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, caças israelenses dispararam cerca de 60 mísseis contra vários alvos na Síria em retaliação ao que Tel Aviv descreveu como um ataque iraniano às Colinas de Golan.

O ataque aconteceu menos de 24 horas depois de a defesa antiaérea síria ter conseguido interceptar dois mísseis israelenses na periferia sul de Damasco, na área de al-Kisweh. A SANA informou que pelo menos duas pessoas morreram na explosão causada por uma das duas intercepções, enquanto grupos de monitoramento ocidentais afirmaram que os ataques de terça-feira à noite também deixaram vários cidadãos iranianos mortos.

Na sequência do ataque, uma fonte no Aeroporto Internacional de Beirute disse à Sputnik que caças israelenses haviam violado o espaço aéreo libanês durante os alegados ataques. Tel Aviv, no entanto, recusou-se a comentar.

A agência de notícias SANA também publicou imagens de uma câmera de segurança mostrando a intercepção de um míssil israelense na terça-feira (8).


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