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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Mídia: ex-secretário de Estado dos EUA Kerry tenta salvar acordo nuclear iraniano

O ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry, que participou da assinatura do acordo nuclear com Teerã, já se encontrou várias vezes durante este ano com o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, para encontrar uma solução para a crise em torno do documento, revela a edição Boston Globe com referência a uma fonte.


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Conforme o diário, Kerry e Zarif discutiram os meios de preservar o acordo, mas não se precisa se conseguiram alcançar algum progresso. "[Kerry] está envolvido em uma incomum diplomacia de sombra com o alto oficial iraniano", ressalta o jornal.


Ex-secretário de Estado dos EUA John Kerry durante reunião do Conselho de Cooperação do Golfo, Manama (foto de arquivo)
Ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry © AFP 2018/ JONATHAN ERNST

Em 14 de julho de 2015, o Irã e seis países mediadores (Rússia, EUA, Reino Unido, China, França e Alemanha) alcançaram um acordo histórico sobre a regulação do prolongado problema do programa nuclear de Teerã. Foi adotado o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), em troca do cancelamento das sanções econômicas e financeiras antes introduzidas contra o Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, EUA e União Europeia.

No próximo 12 de maio, o presidente norte-americano, Donald Trump, após discussões com o Reino Unido, Alemanha e França, vai anunciar se os EUA continuarão a fazer parte do acordo nuclear. Trump se expressou várias vezes contra o documento, ameaçando abandoná-lo, caso as partes não consigam "corrigi-lo".

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