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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Mídia: ex-secretário de Estado dos EUA Kerry tenta salvar acordo nuclear iraniano

O ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry, que participou da assinatura do acordo nuclear com Teerã, já se encontrou várias vezes durante este ano com o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, para encontrar uma solução para a crise em torno do documento, revela a edição Boston Globe com referência a uma fonte.


Sputnik

Conforme o diário, Kerry e Zarif discutiram os meios de preservar o acordo, mas não se precisa se conseguiram alcançar algum progresso. "[Kerry] está envolvido em uma incomum diplomacia de sombra com o alto oficial iraniano", ressalta o jornal.


Ex-secretário de Estado dos EUA John Kerry durante reunião do Conselho de Cooperação do Golfo, Manama (foto de arquivo)
Ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry © AFP 2018/ JONATHAN ERNST

Em 14 de julho de 2015, o Irã e seis países mediadores (Rússia, EUA, Reino Unido, China, França e Alemanha) alcançaram um acordo histórico sobre a regulação do prolongado problema do programa nuclear de Teerã. Foi adotado o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), em troca do cancelamento das sanções econômicas e financeiras antes introduzidas contra o Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, EUA e União Europeia.

No próximo 12 de maio, o presidente norte-americano, Donald Trump, após discussões com o Reino Unido, Alemanha e França, vai anunciar se os EUA continuarão a fazer parte do acordo nuclear. Trump se expressou várias vezes contra o documento, ameaçando abandoná-lo, caso as partes não consigam "corrigi-lo".

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