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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Mídia sugere que Pequim pode vir a construir mais 4 porta-aviões

O primeiro porta-aviões fabricado na China terminou os testes no mar nesta sexta-feira (18). Entretanto, a mídia chinesa já começou a fazer suas previsões sobre a construção de novos porta-aviões no país.


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A embarcação, conhecida como Type 001A, zarpou do porto de origem, Dalian, na manhã de domingo (13) e durante cinco dias realizou diferentes ensaios.


O primeiro porta-aviões fabricado na China
Primeiro porta-aviões fabricado na China © REUTERS / Stringer

Segundo a televisão central chinesa, o porta-aviões efetuou com sucesso os testes previstos, tendo a tripulação verificado o estado de todos os sistemas e equipamentos do navio.

O único porta-aviões operacional da China, o Liaoning, é um navio soviético modernizado, comprado à Ucrânia, que entrou em serviço em 2012.

Em abril de 2017, o segundo porta-aviões (o primeiro de produção própria) foi lançado no mar nos estaleiros de Dalian. Sua construção havia começado em 2013. O Type 001A tem 315 metros de comprimento, 75 metros de largura, um deslocamento de 70.000 toneladas e uma velocidade máxima de 31 nós. O navio pode levar a bordo 26 caças J-15.

De acordo com a edição The Asia Times, o Exército Popular de Libertação da China precisa de seis porta-aviões para defender seus interesses na região. Os porta-aviões adicionais ajudarão a China a controlar "emergências em várias frentes" no caso do "pior cenário".

O terceiro porta-aviões poderia ser construído na próxima década, informou a edição. Entretanto, os responsáveis chineses ainda não abordaram esse assunto. A mídia estatal declarou que Pequim não planeja iniciar "a corrida armamentista de porta-aviões" com os EUA, que têm 20 porta-aviões.

Wang Yunfei, especialista naval chinês e almirante aposentado, sublinhou que o único objetivo de Pequim é "proteger a soberania da China e a integridade territorial ".

O chefe da estatal China Shipbuilding Industry Corporation (CSIC), Hu Wenming, declarou, por sua vez, que os construtores navais chineses estão prontos para o desafio.

"Já formamos uma equipe de especialistas em pesquisa, design e construção [de porta-aviões] e sua idade média é de apenas 36 anos. No futuro, se o país quiser desenvolver algum tipo de porta-aviões, temos capacidade para isso", declarou ele ao South China Morning Post.

A China levou quatro anos para construir o Type 001. Ainda não está claro quando o país pode começar a construção de mais um navio deste tipo.

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