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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Ministro turco elogia Teerã: Um Irã forte significa ter uma Turquia forte

Ancara e Teerã continuarão suas relações econômicas apesar dos EUA terem deixado o acordo nuclear de 2015 com o Irã, garantiu o ministro turco da Economia, Nihat Zeybekci.


Sputnik

"É uma oportunidade para a Turquia. Continuaremos a ter relações comerciais com o Irã enquanto cumprimos as resoluções da ONU sobre atividades nucleares", disse Zeybekci, segundo a agência de notícias Anadolu.

Nihat Zeybekci - o ministro da Economia da Turquia
Nihat Zeybekci © Sputnik / Evgueni Biyatov

A Turquia tem laços econômicos "mais extensivos" com o Irã, incluindo energia. importações do país, acrescentou.

O ministro turco enfatizou que o Irã é um país "amigo e irmão" de Ancara.

"Acreditamos nisso: quanto mais o Irã se aproxima dessa região, mais a Turquia se torna forte, e quanto mais forte a Turquia se torna, mais o Irã fica mais forte", afirmou Zeybekci.

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de sair do acordo nuclear levará à reimposição de sanções americanas que foram suspensas em 2015, incluindo restrições financeiras que tornaram extremamente difícil para empresas globais fazer negócios com ou no Irã.

Muitos países europeus disseram que vão defender suas empresas, que entraram novamente no mercado iraniano nos últimos três anos. Washington disse que dará às empresas europeias seis meses para encerrar os investimentos no Irã ou arriscar sanções dos EUA, e que eles também estão proibidos de assinar novos contratos com Teerã.

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