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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Ministro turco elogia Teerã: Um Irã forte significa ter uma Turquia forte

Ancara e Teerã continuarão suas relações econômicas apesar dos EUA terem deixado o acordo nuclear de 2015 com o Irã, garantiu o ministro turco da Economia, Nihat Zeybekci.


Sputnik

"É uma oportunidade para a Turquia. Continuaremos a ter relações comerciais com o Irã enquanto cumprimos as resoluções da ONU sobre atividades nucleares", disse Zeybekci, segundo a agência de notícias Anadolu.

Nihat Zeybekci - o ministro da Economia da Turquia
Nihat Zeybekci © Sputnik / Evgueni Biyatov

A Turquia tem laços econômicos "mais extensivos" com o Irã, incluindo energia. importações do país, acrescentou.

O ministro turco enfatizou que o Irã é um país "amigo e irmão" de Ancara.

"Acreditamos nisso: quanto mais o Irã se aproxima dessa região, mais a Turquia se torna forte, e quanto mais forte a Turquia se torna, mais o Irã fica mais forte", afirmou Zeybekci.

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de sair do acordo nuclear levará à reimposição de sanções americanas que foram suspensas em 2015, incluindo restrições financeiras que tornaram extremamente difícil para empresas globais fazer negócios com ou no Irã.

Muitos países europeus disseram que vão defender suas empresas, que entraram novamente no mercado iraniano nos últimos três anos. Washington disse que dará às empresas europeias seis meses para encerrar os investimentos no Irã ou arriscar sanções dos EUA, e que eles também estão proibidos de assinar novos contratos com Teerã.

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