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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
Sputnik

Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

Mudança de embaixada dos EUA fortalecerá resistência palestina, diz Irã

O governo do Irã condenou nesta segunda-feira a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém e advertiu que esta medida só fortalecerá "a determinação da nação palestina oprimida para resistir à ocupação" de Israel.


EFE

Teerã - A transferência da embaixada também "intensificará indubitavelmente os movimentos antissionistas e antiamericanos na região e no mundo", assim como "a resistência nos territórios (palestinos) ocupados", indicou do Ministério das Relações Exteriores do Irã em comunicado.


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Bagh-e Melli: os portões principais do Ministério das Relações Exteriores do Irã, em Teerã | Reprodução

A decisão de Washington é "imprudente e ilegal", afirmou a República Islâmica na nota, que ressaltou que Jerusalém é "parte integral do território da Palestina e um dos três lugares sagrados do Islã".

O Irã reiterou seu apoio à causa palestina e pediu às nações islâmicas que se mantenham vigilantes em relação "às tramas do regime sionista e de seus aliados para semear a discórdia dentro da comunidade islâmica e deixar no esquecimento a causa da Palestina".

O governo iraniano denunciou que Israel acredita que "a perpetuação de sua existência ilegítima depende da tensão e da violência na região", por isso acusou a nação judaica de ser "a causa" das crises no Oriente Médio.

Os palestinos convocaram para hoje protestos em Gaza e na Cisjordânia contra a transferência da embaixada, que contradiz o consenso internacional de não reconhecer qualquer soberania sobre Jerusalém até que palestinos e israelenses consigam firmar um acordo de paz e estabeleçam suas fronteiras.

Desde o início da manhã, vários enfrentamentos foram registrados entre as forças israelenses e manifestantes palestinos na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, que, até o momento, já deixaram 37 mortos e mais de 1.700 feridos.

O Irã lidera o chamado "Eixo de Resistência" contra Israel, integrado também pela Síria e por grupos como o libanês Hezbollah e o palestino Hamas.

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