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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Na Itália, entusiastas da FEB preservam a história dos brasileiros

Preservar a memória dos vultos históricos e de seus feitos em prol do Brasil é uma das diretrizes do Exército. Com esse objetivo, a instituição mantém viva a memória da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e de seus 465 militares que tombaram em solo italiano entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.


Forças Terrestres

Montese (Itália) – Nesse contexto específico, cabe ressaltar o papel desempenhado por estudiosos e pesquisadores da trajetória da FEB na Itália, a exemplo do ítalo-brasileiro Mario Pereira e do italiano Giovanni Sulla. O primeiro deles tem raízes diretas com os Pracinhas. Seu pai, o então Sargento Miguel Pereira, foi um dos 25.334 combatentes da Campanha na Itália. Ao término da guerra, casou-se com uma italiana, que deu à luz em 1959, na cidade de Pistóia.

Memória da FEB na Itália

Essa localidade abrigou um cemitério onde os Pracinhas que pereceram no conflito repousaram até o ano de 1960, quando seus despojos foram trasladados para o Monumento Nacional dos Mortos na Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No lugar do antigo cemitério, foi criado o Monumento Votivo Militar Brasileiro, inaugurado em 7 de junho de 1966, cujo primeiro administrador foi o pai de Mario, que manteve os nomes dos Pracinhas gravados em lápides e em um extenso paredão, margeado por um belo espelho d´água.

Em 1997, Mario Pereira assumiu a função, sendo contratado pela Embaixada do Brasil na Itália. Além de gerir o espaço e atuar como um entusiasmado guia para os visitantes, profere palestras sobre a FEB, na Itália e no Brasil, bem como criou um pequeno museu com relíquias da saga brasileira na Segunda Guerra Mundial, incluindo uma biblioteca, ambos em uma sala anexa ao Monumento Votivo.



Memória da FEB na Itália

O administrador não esconde a emoção ao comentar sobre a trajetória dos Pracinhas, salientando a importância de manter viva a memória dos combatentes. “Aqui nas regiões da Toscana e Emília-Romagna, a lembrança do sacrifício da FEB é algo ainda muito exaltado, mais do que no próprio Brasil, passando às novas gerações. Nos últimos anos, com a realização de palestras e outras atividades, procuramos contribuir para que os brasileiros conheçam mais essa bela história”, destacou.

O italiano Giovanni Sulla também é um grande entusiasta da Força Expedicionária Brasileira. Autodidata, o historiador e pesquisador da história dos Pracinhas, que reside na italiana Montese, já escreveu livros e participou de vídeos sobre o tema, tendo recebido diversas condecorações das Forças Armadas do Brasil e de associações de veteranos de guerra. Da mesma forma, seu incansável trabalho foi fundamental para a criação de monumentos e museus sobre a FEB na Itália, colaborando para a preservação dessa página gloriosa de nossa história.

Giovanni Sulla define a si próprio como um apaixonado pela FEB e acredita que o reconhecimento dos feitos de nossos combatentes pela libertação da Itália do nazifascismo poderia ser maior no Brasil. “É uma história de heroísmo e solidariedade a um povo que sofria com a opressão. Muitos brasileiros derramaram seu sangue em nome de nossa liberdade, por isso merecem nossa gratidão eterna”, lembrou.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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