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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

Na Itália, entusiastas da FEB preservam a história dos brasileiros

Preservar a memória dos vultos históricos e de seus feitos em prol do Brasil é uma das diretrizes do Exército. Com esse objetivo, a instituição mantém viva a memória da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e de seus 465 militares que tombaram em solo italiano entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.


Forças Terrestres

Montese (Itália) – Nesse contexto específico, cabe ressaltar o papel desempenhado por estudiosos e pesquisadores da trajetória da FEB na Itália, a exemplo do ítalo-brasileiro Mario Pereira e do italiano Giovanni Sulla. O primeiro deles tem raízes diretas com os Pracinhas. Seu pai, o então Sargento Miguel Pereira, foi um dos 25.334 combatentes da Campanha na Itália. Ao término da guerra, casou-se com uma italiana, que deu à luz em 1959, na cidade de Pistóia.

Memória da FEB na Itália

Essa localidade abrigou um cemitério onde os Pracinhas que pereceram no conflito repousaram até o ano de 1960, quando seus despojos foram trasladados para o Monumento Nacional dos Mortos na Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No lugar do antigo cemitério, foi criado o Monumento Votivo Militar Brasileiro, inaugurado em 7 de junho de 1966, cujo primeiro administrador foi o pai de Mario, que manteve os nomes dos Pracinhas gravados em lápides e em um extenso paredão, margeado por um belo espelho d´água.

Em 1997, Mario Pereira assumiu a função, sendo contratado pela Embaixada do Brasil na Itália. Além de gerir o espaço e atuar como um entusiasmado guia para os visitantes, profere palestras sobre a FEB, na Itália e no Brasil, bem como criou um pequeno museu com relíquias da saga brasileira na Segunda Guerra Mundial, incluindo uma biblioteca, ambos em uma sala anexa ao Monumento Votivo.



Memória da FEB na Itália

O administrador não esconde a emoção ao comentar sobre a trajetória dos Pracinhas, salientando a importância de manter viva a memória dos combatentes. “Aqui nas regiões da Toscana e Emília-Romagna, a lembrança do sacrifício da FEB é algo ainda muito exaltado, mais do que no próprio Brasil, passando às novas gerações. Nos últimos anos, com a realização de palestras e outras atividades, procuramos contribuir para que os brasileiros conheçam mais essa bela história”, destacou.

O italiano Giovanni Sulla também é um grande entusiasta da Força Expedicionária Brasileira. Autodidata, o historiador e pesquisador da história dos Pracinhas, que reside na italiana Montese, já escreveu livros e participou de vídeos sobre o tema, tendo recebido diversas condecorações das Forças Armadas do Brasil e de associações de veteranos de guerra. Da mesma forma, seu incansável trabalho foi fundamental para a criação de monumentos e museus sobre a FEB na Itália, colaborando para a preservação dessa página gloriosa de nossa história.

Giovanni Sulla define a si próprio como um apaixonado pela FEB e acredita que o reconhecimento dos feitos de nossos combatentes pela libertação da Itália do nazifascismo poderia ser maior no Brasil. “É uma história de heroísmo e solidariedade a um povo que sofria com a opressão. Muitos brasileiros derramaram seu sangue em nome de nossa liberdade, por isso merecem nossa gratidão eterna”, lembrou.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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