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Irã desloca sistema russo de defesa S-300 para a costa do golfo Pérsico (VÍDEO)

Uma coluna de caminhões iranianos transportando vários sistemas anti-aéreos russos S-300 Favorit para a costa do golfo Pérsico foi capturada em vídeo por um motorista e postada no YouTube.
Sputnik

O vídeo mostra como caminhões transportam partes dos sistemas antiaéreos e coincide com a escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irã com o envio de um grupo de combate naval dos EUA para a costa iranianas, relata Alarabiya.


Segundo o jornal russo Rossiyiskaya Gazeta, o envio dessas unidades do S-300 para a costa persa responde à crescente presença militar e naval dos Estados Unidos. O artigo também explica que as unidades não viajam sozinhas por via terrestre e fazem isso em caminhões para preservar sua vida útil e garantir a segurança durante a viagem.

Em 13 de maio, o comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Islâmica, Amir Ali Hajizadé, assegurou que o país persa estava pronto para atacar os Estados Unidos devido à presença do referido grupo naval na região.

Hajizadé…

Navios de guerra da OTAN ampliam presença no mar Negro e desafiam hegemonia russa

A escalação das tensões na região do Mar Negro é vista como mais um instrumento de pressão política do Ocidente sobre a Rússia.


Sputnik

Uma flotilha de navios de guerra do Grupo Marítimo Permanente da OTAN Dois (SNMG2) se dirige para o Mar Negro. O comando naval da OTAN descreveu as manobras como parte de um esforço contínuo para aumentar a estabilidade regional e um sinal de apoio aos estados membros da OTAN.


Navios militares da OTAN durante exercícios navais no mar Negro perto do porto romeno de Constanta
Navios da OTAN no Mar Negro © AFP 2018 / DANIEL MIHAILESCU

O grupo é liderado pelo destroyer de mísseis guiados britânico HMS Duncan. O grupo também conta com fragata da marinha espanhola SPS Victoria, fragata da Marinha turca TCG Gemlik, fragata da marinha alemã FGS Bayern, bem como com vários navios menores.

"A tensão em todas as regiões de presença da OTAN está aumentando. Isso acontece porque a organização tenta demonstrar a sua força, tenta exercer pressão sobre países que não fazem parte da aliança. Inclusive sobre a Rússia", disse à emissora RT o especialista militar, coronel da reserva do exército russo, Victor Litovkin.

Segundo Litovkin, essas manobras não ameaçam a Rússia, que possui um exército e marinha poderosos. Ele também lembrou que os navios de países sem acesso direto ao mar Negro só podem permanecer na região por no máximo 21 dias.

"Eles estão no seu direito. Nós, por outro lado, vamos acompanhar com atenção os seus movimentos e ações e reagir de maneira adequada", concluiu o militar.

No final de abril, o vice-ministro da Defesa da Ucrânia, Anatoly Petrenko, disse que o Ministério não fazia objeções à presença de navios de guerra da OTAN no Mar Negro.

A atividade naval da OTAN no Mar Negro intensificou-se desde a eclosão da crise ucraniana, em 2014, e a subsequente reunificação da Crimeia com a Rússia.
​Em 10 de fevereiro, três navios de guerra da OTAN aportaram em Varna, na Bulgária, como parte de sua rotina de patrulha do Mar Negro, segundo Twitter da OTAN.

O grupo, liderado pelo destroyer Type 45 HMS Duncan, conta com a fragata turca TCG Gaziantep e pela fragata romena ROS Regele Ferdinand.

Em Varna, o grupo realizou exercícios com a Marinha búlgara.

Em 5 de janeiro, o destroyer de mísseis guiados USS Carney, equipado com o sistema de defesa antimísseis Aegis e dúzias de mísseis de cruzeiro Tomahawk, entrou na região para "conduzir operações de segurança marítima e melhorar a estabilidade marítima regional, bem como fortalecer a capacidade combinada e naval entre a OTAN, aliados e parceiros, de acordo com o site oficial da Sexta Frota dos Estados Unidos.

Esta não foi a primeira visita de USS Carney ao Mar Negro. Em julho de 2017 o navio participou de exercícios militares conjuntos "Sea Breeze 2017" com a marinha ucraniana, bem como em outubro de 2016.

Além disso, também em julho de 2017, os Batalhões de Construção Naval dos EUA iniciaram a construção de um centro de operações marítimas na Base Naval de Ochakiv, na Ucrânia.

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