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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Netanyahu ganha direito de declarar guerra sem consentimento do governo

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, terão direito de declarar conjuntamente o país em estado de guerra, informou a assessoria de imprensa do Knesset (Parlamento de Israel).


Sputnik

Os deputados aprovaram a emenda de lei que permite declarar guerra sem o consentimento de todo o governo.


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
Primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu © REUTERS / Jonathan Ernst

"Em casos extremos, quando não existe a possibilidade de esperar que se reúna o número necessário de membros do gabinete, o primeiro-ministro e o ministro da Defesa poderão conjuntamente tomar a decisão sobre a declaração de guerra", assinala o comunicado.

Especifica-se que para as situações de menor gravidade será suficiente a presença de metade dos membros do gabinete para aprovar o ato.

"A respectiva emenda concede diretamente ao gabinete político-militar o direito de declarar estado de guerra e de dar início a uma operação militar de grande envergadura", indica o documento.

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