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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

Obama critica decisão de Trump sobre Irã

Respondendo à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se retirar do acordo nuclear com o Irã de 2015, o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, divulgou um comunicado chamando o movimento de "equivocado".


Sputnik

"Em uma democracia, sempre haverá mudanças nas políticas e prioridades de um governo para o próximo. Mas a desconsideração consistente de acordos que nosso país é parte corrói a credibilidade da América e nos coloca em desacordo com as maiores potências do mundo.", escreveu o ex-presidente no Twitter.


Donald Trump e Barack Obama antes da cerimônia
Donald Trump e Barack Obama © REUTERS / Carlos Barria

A declaração continua dizendo que o acordo de 2015 não foi "apenas um acordo entre minha administração e o governo iraniano".

"Depois de anos construindo uma coalizão internacional que poderia impor sanções ao Irã, chegamos ao Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, sigla em inglês) junto com o Reino Unido, França, Alemanha, União Europeia, Rússia, China e Irã. É um acordo multilateral de controle de armas, endossado por unanimidade por uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas ", concluiu a declaração.

Segundo o ex-secretário de Estado dos EUA, John Kerry, a decisão "enfraquece nossa segurança, quebra a palavra americana, isola-nos de nossos aliados europeus, coloca Israel em risco maior, fortalece os radicais iranianos e reduz nossa influência global para lidar com o mau comportamento de Teerã".

"Em vez de se basear em medidas de verificação de não-proliferação sem precedentes, essa decisão corre o risco de jogá-las fora e arrastar o mundo de volta à beira do abismo que enfrentamos há alguns anos", escreveu ele. "A extensão do dano dependerá do que a Europa pode fazer para manter o acordo nuclear unido e dependerá da reação do Irã".

Falando aos repórteres, Trump chamou o acordo de "um acordo horrível, unilateral que nunca deveria ter sido feito", e sugeriu que era "defeituoso em sua essência".

O Tesouro dos EUA disse em um comunicado logo após o anúncio de Trump que as sanções dos EUA contra o Irã entrariam em vigor a partir de novembro.

"Washington não será refém da chantagem nuclear", disse POTUS, ressaltando que sua decisão levaria a uma América "muito mais segura".

Após o anúncio de Trump, o presidente iraniano Hassan Rouhani afirmou que os EUA estavam cometendo "guerra psicológica" e que a decisão continuava a longa história dos EUA de minar os tratados internacionais.

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