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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Obama critica decisão de Trump sobre Irã

Respondendo à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se retirar do acordo nuclear com o Irã de 2015, o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, divulgou um comunicado chamando o movimento de "equivocado".


Sputnik

"Em uma democracia, sempre haverá mudanças nas políticas e prioridades de um governo para o próximo. Mas a desconsideração consistente de acordos que nosso país é parte corrói a credibilidade da América e nos coloca em desacordo com as maiores potências do mundo.", escreveu o ex-presidente no Twitter.


Donald Trump e Barack Obama antes da cerimônia
Donald Trump e Barack Obama © REUTERS / Carlos Barria

A declaração continua dizendo que o acordo de 2015 não foi "apenas um acordo entre minha administração e o governo iraniano".

"Depois de anos construindo uma coalizão internacional que poderia impor sanções ao Irã, chegamos ao Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, sigla em inglês) junto com o Reino Unido, França, Alemanha, União Europeia, Rússia, China e Irã. É um acordo multilateral de controle de armas, endossado por unanimidade por uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas ", concluiu a declaração.

Segundo o ex-secretário de Estado dos EUA, John Kerry, a decisão "enfraquece nossa segurança, quebra a palavra americana, isola-nos de nossos aliados europeus, coloca Israel em risco maior, fortalece os radicais iranianos e reduz nossa influência global para lidar com o mau comportamento de Teerã".

"Em vez de se basear em medidas de verificação de não-proliferação sem precedentes, essa decisão corre o risco de jogá-las fora e arrastar o mundo de volta à beira do abismo que enfrentamos há alguns anos", escreveu ele. "A extensão do dano dependerá do que a Europa pode fazer para manter o acordo nuclear unido e dependerá da reação do Irã".

Falando aos repórteres, Trump chamou o acordo de "um acordo horrível, unilateral que nunca deveria ter sido feito", e sugeriu que era "defeituoso em sua essência".

O Tesouro dos EUA disse em um comunicado logo após o anúncio de Trump que as sanções dos EUA contra o Irã entrariam em vigor a partir de novembro.

"Washington não será refém da chantagem nuclear", disse POTUS, ressaltando que sua decisão levaria a uma América "muito mais segura".

Após o anúncio de Trump, o presidente iraniano Hassan Rouhani afirmou que os EUA estavam cometendo "guerra psicológica" e que a decisão continuava a longa história dos EUA de minar os tratados internacionais.

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