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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

ONU diz que protestos em Gaza na segunda-feira deixaram 6 crianças mortas

Pelo menos seis crianças morreram, na segunda-feira, em consequência da repressão do Exército de Israel contra os protestos de palestinos na fronteira entre Gaza e Israel, segundo denunciou nesta terça o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).


EFE

Genebra - "Cinquenta e oito pessoas morreram ontem na fronteira entre Gaza e Israel, entre eles seis crianças e um trabalhador da área da saúde, segundo os dados verificados pelas Nações Unidas", afirmou em entrevista coletiva, Jens Laerke, porta-voz do OCHA.

Familiares choram a morte da pequena Layila al-Ghandour, de oito meses. EFE/ Haitham Imad
Familiares choram a morte da pequena Layila al-Ghandour, de oito meses. EFE/ Haitham Imad

Por outro lado, o porta-voz da Unicef, Christophe Boulierac, citando a diretora-executiva da entidade, Henrietta H. Fore, denunciou que em Gaza "ontem foi o dia mais violento desde a guerra de 2014".

Ele também lembrou que um de cada quatro crianças na Faixa de Gaza necessitam assistência psicossocial e que a metade delas precisam de ajuda externa para sobreviver.

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