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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

ONU pede a Israel que cesse o uso desproporcionado da força contra palestinianos

O Comité da ONU para a Prevenção da Discriminação Racial pediu hoje ao Governo de Israel que cesse o "uso desproporcional da força" contra os palestinianos que se manifestam ao longo da fronteira na faixa de Gaza.


Lusa

Como parte de um mecanismo de "alerta e ação urgente", o Comité instou Israel a abster-se de "qualquer ato que provoque mais vítimas" e que permita aos palestinianos feridos receberem assistência médica.


MOHAMMED SABER

Desde o início da "Marcha do Retorno", a 30 de março, mais de cinquenta palestinianos foram mortos, entre os quais pelo menos cinco crianças, além de milhares de feridos.

O Comité sublinhou que as informações fornecidas indicam que "várias das pessoas que morreram ou ficaram feridas não constituíam uma ameaça iminente quando foram atingidas".

Além disso, o organismo da ONU denunciou que existem indícios de que as autoridades israelitas impediram que os feridos recebessem tratamento adequado.

O Comité também pediu a Israel que garanta o respeito aos direitos fundamentais à vida e à segurança pessoal dos palestinianos sob o seu controlo efetivo, como é o caso daqueles que se encontram em Gaza.

Desde que o grupo islâmico Hamas venceu as eleições naquele território em 2006, Israel impôs um bloqueio sobre tudo o que entra e sai da área, incluindo bens e pessoas.

O Comité da ONU também exigiu que as autoridades israelitas tomem medidas contra o aumento das mensagens e dos discursos racistas que incitam a violência contra os palestinianos.

O organismo lamentou ainda que os palestinianos não tenham acesso a mecanismos para a obtenção de justiça contra os abusos sofridos, pelo que o Comité instou Israel a investigar de forma independente tais factos e que os responsáveis sejam processados.

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