Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

OPAQ quer exumar corpos em Douma para analisar suposto uso de armas químicas

Especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) planejam exumar para testes os corpos das vítimas de um suposto ataque com armas químicas em Douma, na Síria, disse nesta quinta-feira Ahmet Uzumcu, chefe da OPAQ.


Sputnik

"Dos corpos já enterrados, procuramos maneiras de exumar, se possível, e de algumas amostras biomédicas", contou Uzumcu em entrevista ao jornal Financial Times.


Etiquetas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) vistas em uma casa destruída em Douma, 23 de abril de 2018
Etiquetas da OPAQ encontradas em Douma © REUTERS / Ali Hashisho

Segundo Uzumcu, a Missão de Descoberta da OPAQ já coletou mais de 100 "amostras ambientais", mas elas se deterioram rapidamente, enquanto amostras biomédicas poderiam mostrar se cloro ou um agente nervoso foram usados durante o suposto ataque.

O chefe da OPAQ acrescentou que pode levar um mês para que a missão, que foi implantada no país árabe desde 14 de abril, publique seu relatório sobre o suposto incidente em Douma.

A tensão em torno da Síria aumentou após um suposto ataque com armas químicas em Douma em 7 de abril.

O especulado ataque levou os Estados Unidos, França e Reino Unido a disparar mais de 100 mísseis contra o que eles chamavam de locais de armas químicas do governo sírio. Já o governo de Bashar Assad negou usar substâncias perigosas contra civis.

Moscou e Damasco refutaram as acusações, dizendo que o ataque químico foi encenado e condenaram os ataques ocidentais.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas