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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

OPAQ quer exumar corpos em Douma para analisar suposto uso de armas químicas

Especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) planejam exumar para testes os corpos das vítimas de um suposto ataque com armas químicas em Douma, na Síria, disse nesta quinta-feira Ahmet Uzumcu, chefe da OPAQ.


Sputnik

"Dos corpos já enterrados, procuramos maneiras de exumar, se possível, e de algumas amostras biomédicas", contou Uzumcu em entrevista ao jornal Financial Times.


Etiquetas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) vistas em uma casa destruída em Douma, 23 de abril de 2018
Etiquetas da OPAQ encontradas em Douma © REUTERS / Ali Hashisho

Segundo Uzumcu, a Missão de Descoberta da OPAQ já coletou mais de 100 "amostras ambientais", mas elas se deterioram rapidamente, enquanto amostras biomédicas poderiam mostrar se cloro ou um agente nervoso foram usados durante o suposto ataque.

O chefe da OPAQ acrescentou que pode levar um mês para que a missão, que foi implantada no país árabe desde 14 de abril, publique seu relatório sobre o suposto incidente em Douma.

A tensão em torno da Síria aumentou após um suposto ataque com armas químicas em Douma em 7 de abril.

O especulado ataque levou os Estados Unidos, França e Reino Unido a disparar mais de 100 mísseis contra o que eles chamavam de locais de armas químicas do governo sírio. Já o governo de Bashar Assad negou usar substâncias perigosas contra civis.

Moscou e Damasco refutaram as acusações, dizendo que o ataque químico foi encenado e condenaram os ataques ocidentais.

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