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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Oposição síria saúda palavras de enviado russo sobre retiradas de tropas do país

A opositora Comissão Síria para Negociações saudou a declaração do enviado especial do Kremlin para a Síria, Aleksandr Lavrentiev, sobre a retirada do contingente estrangeiro do país árabe, disse um membro do comité, Firas Halidi à Sputnik.


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"Congratulamo-nos com a retirada de todas as forças estrangeiras de retirada total da Síria no âmbito do processo político justo ", disse ele.

Soldados do Exército sírio com bandeira da Síria se alegram com a libertação de Palmira
Militares sírios em Palmira © Sputnik / Mikhail Voskresenskiy

Na sexta, Lavrentiev disse que todas as forças estrangeiras, incluindo os militares dos EUA, Turquia e do movimento libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, deveriam deixar a Síria. Ele, porém, disse que as forças russas permanecerão no país árabe.

Em dezembro, o Estado-Maior Geral do Estado da Rússia anunciou que todos territórios controlados pelos terroristas Daesh (auto-intitulado Estado Islâmico) na Síria foram libertados. O presidente russo ordenou um corte no contingente russo posicionado no país árabe.

Em meados de março de 2016, a Rússia empreendeu uma retirada parcial do grupo de militares sírios, dando por cumprida a missão. No início de Janeiro de 2017, o Ministério da Defesa russo anunciou uma segunda retirada do contingente militar localizado na Síria. No momento, a Rússia mantém uma presença militar na base aérea de Hmeymim e porto de Tartus para enviar reforços, se necessário.

Os EUA, contudo, liderando a Coalizão Internacional lançada em 2014 para combater terroristas, mantém ataques aéreos no país sem consentimento das autoridades sírias.

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