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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Palestina vive dia de greve geral e confrontos no 70º aniversário da Nakba

Os palestinos fazem nesta terça-feira uma greve geral e uma jornada de luto no 70º aniversário da Nakba, a "catástrofe" (em tradução do árabe) que representou para eles a fundação de Israel em 1948 e após a morte de 60 pessoas nos protestos de ontem na Faixa de Gaza reivindicando o retorno dos refugiados e contra a mudança da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém.


EFE

Jerusalém - Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental amanheceram com os estabelecimentos comerciais fechados, escolas, universidades e creches sem aulas e paralisação nas instituições públicas em sinal de luto e para marcar os 70 anos do início do exílio do povo palestino.

EFE/ Abed Al Hashlamoun
EFE/ Abed Al Hashlamoun

O Comitê Superior de Acompanhamento da Comunidade Árabe em Israel também convocou uma greve geral hoje nas cidades árabes dentro de Israel em protesto pelo que eles consideram que foi um "massacre" ontem em Gaza e pelo aniversário da Nakba, informou hoje a agência estatal palestina "Wafa".

A comunidade internacional mostrou ontem sua preocupação com o alto número de mortes em Gaza, onde mais de 2.700 pessoas também ficaram feridas, metade delas por tiros e estilhaços do exército israelense, que usou munição real e métodos de dispersão de massa contra os manifestantes e advertiu que não permitirá distúrbios perto da linha divisória.

Israel garantiu hoje que mantém o reforço de seus efetivos na fronteira com a Faixa, para evitar ataques à cerca e a infiltração de palestinos em seu território.

A ministra da Justiça israelense, Ayelet Shaked, manifestou nesta manhã à rádio militar que Gaza estaria tranquila se derrubasse o regime do Hamas, que ela tachou de "organização terrorista assassina que tomou o controle da Faixa".

A rádio militar garante que dezenas de palestinos começaram a se reunir em frente ao posto fronteiriço de Karni para voltarem a se manifestar, mas os protestos previstos para hoje foram suspensos em sinal de luto pelas vítimas de ontem.

Turquia e África do Sul convocaram para consultas seus embaixadores em Tel Aviv, em protesto pelo ocorrido ontem, e Estados Unidos, Austrália e Alemanha responsabilizaram o movimento islamita Hamas pelas mortes.

O Conselho de Segurança da ONU discutirá hoje os acontecimentos de ontem em Gaza em uma reunião solicitada de urgência pelo Kuwait em nome dos países árabes.

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