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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Palestina vive dia de greve geral e confrontos no 70º aniversário da Nakba

Os palestinos fazem nesta terça-feira uma greve geral e uma jornada de luto no 70º aniversário da Nakba, a "catástrofe" (em tradução do árabe) que representou para eles a fundação de Israel em 1948 e após a morte de 60 pessoas nos protestos de ontem na Faixa de Gaza reivindicando o retorno dos refugiados e contra a mudança da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém.


EFE

Jerusalém - Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental amanheceram com os estabelecimentos comerciais fechados, escolas, universidades e creches sem aulas e paralisação nas instituições públicas em sinal de luto e para marcar os 70 anos do início do exílio do povo palestino.

EFE/ Abed Al Hashlamoun
EFE/ Abed Al Hashlamoun

O Comitê Superior de Acompanhamento da Comunidade Árabe em Israel também convocou uma greve geral hoje nas cidades árabes dentro de Israel em protesto pelo que eles consideram que foi um "massacre" ontem em Gaza e pelo aniversário da Nakba, informou hoje a agência estatal palestina "Wafa".

A comunidade internacional mostrou ontem sua preocupação com o alto número de mortes em Gaza, onde mais de 2.700 pessoas também ficaram feridas, metade delas por tiros e estilhaços do exército israelense, que usou munição real e métodos de dispersão de massa contra os manifestantes e advertiu que não permitirá distúrbios perto da linha divisória.

Israel garantiu hoje que mantém o reforço de seus efetivos na fronteira com a Faixa, para evitar ataques à cerca e a infiltração de palestinos em seu território.

A ministra da Justiça israelense, Ayelet Shaked, manifestou nesta manhã à rádio militar que Gaza estaria tranquila se derrubasse o regime do Hamas, que ela tachou de "organização terrorista assassina que tomou o controle da Faixa".

A rádio militar garante que dezenas de palestinos começaram a se reunir em frente ao posto fronteiriço de Karni para voltarem a se manifestar, mas os protestos previstos para hoje foram suspensos em sinal de luto pelas vítimas de ontem.

Turquia e África do Sul convocaram para consultas seus embaixadores em Tel Aviv, em protesto pelo ocorrido ontem, e Estados Unidos, Austrália e Alemanha responsabilizaram o movimento islamita Hamas pelas mortes.

O Conselho de Segurança da ONU discutirá hoje os acontecimentos de ontem em Gaza em uma reunião solicitada de urgência pelo Kuwait em nome dos países árabes.

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