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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

'Para ações em grande escala, a Ucrânia não tem recursos, nem preparação'

Um almirante ucraniano falou sobre a "ameaça híbrida" que a Rússia representaria no mar de Azov. Ao mesmo tempo, Kiev não está pronto para ações militares em grande escala, segundo opina o cientista político Vladislav Gulevich.


Sputnik

A Ucrânia deve começar a patrulhar as costas do mar de Azov para conter qualquer ameaça vinda da Rússia, disse Igor Kabanenko, ex-vice-ministro da Defesa da Ucrânia, ao portal Obozrevatel.

Mar de Azov
Mar de Azov © AP Photo / Vadim Ghirda

Segundo ele, Moscou realiza exercícios navais no mar de Azov próximo às costas ucranianas, o que representa uma "provocação" e uma "ameaça híbrida de invasão por mar".

Kabanenko enfatizou a necessidade de cooperação da Ucrânia com os países ocidentais no âmbito dessa questão. Ao mesmo tempo, ele reconheceu que a cooperação de Kiev com a OTAN é dificultada pelas posições da Hungria, que bloqueia uma série de iniciativas por causa das línguas das minorias étnicas na Ucrânia.

Anteriormente, o Serviço de Fronteiras da Ucrânia afirmou que, desde 30 de abril, o lado russo tem mandado parar diariamente no mar de Azov os navios que seguem para a Ucrânia, alegando inspeções. O Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia informou que as inspeções de navios foram realizadas em conformidade com o direito marítimo internacional.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, Gulevich sugeriu o que Kiev pode fazer no mar de Azov.

"As autoridades ucranianas, ao trilhar o caminho da russofobia, já não conseguem se desviar dele, porque isso pode ser considerado como uma rejeição das suas próprias crenças ideológicas […] Provavelmente, os especialistas entendem todo o caráter provocatório dessa declaração de que a Rússia representa uma ameaça no mar de Azov. Mas, mesmo assim, o Ministério da Defesa da Ucrânia terá que fingir que compartilha essa opinião e agirá com medidas adequadas a este discurso", comentou.

Segundo ele, é difícil prever como estas ações da Ucrânia serão na prática, no entanto, acredita que não haverá ações em grande escala.

"Haverá picardias diplomáticas e políticas ou incidentes como a detenção de um barco de pesca russo. Para ações em grande escala, a Ucrânia não tem recursos, nem preparação, nem financiamento", concluiu Gulevich.

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