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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Pentágono receia estar 'indefeso' perante mísseis russos Kinzhal, comunica mídia

Os militares americanos estão preocupados com relatos sobre a entrada em serviço de caças interceptores russos MiG-31 equipados com mísseis Kinzhal, comunica um portal militar.


Sputnik

Vários altos representantes do Pentágono frisaram que os EUA estão desprotegidos contra armas hipersônicas de produção russa. Assim, por exemplo, o exército estadunidense não é capaz de fazer frente às armas com velocidade superior a Mach 3, enquanto os novos mísseis russos atingem Mach 5, Mach 10 e até Mach 20.


Tripulação do MiG-31 conduz lançamentos do míssil hipersônico Kinzhal
Tripulação do Mig 31 com o míssil Kinzhal | Ministério da Defesa da Rússia

Citados pelo Military Watch, os altos oficiais militares também realçam que os EUA nem sequer são capazes de superar os mísseis soviéticos SCUD, que eram produzidos muito antes da "família" hipersônica.

O MiG-31, por sua vez, foi otimizado para poder portar mísseis pesados, enquanto sua grande precisão é uma condição ideal para a instalação do Kinzhal. O lançamento de míssil ocorre a uma altura superior a 10 quilômetros. Graças ao sistema de manejo aerodinâmico, o Kinzhal pode manobrar e evitar zonas perigosas.

Além do mais, o míssil elimina alvos a cerca de 2.000 quilômetros de distância, o que supera o alcance de qualquer sistema de defesa antiaérea.

Mais cedo, o vice-ministro da Defesa russo, Yuri Borisov, enfatizou que o Kinzhal é inalcançável e tem um potencial de combate muito sério. Considera-se que os principais alvos para esta arma são navios grandes.

Especialistas ressaltam que por enquanto nenhum país no mundo tem em sua disposição uma arma comparada ao Kinzhal.

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