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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Polícia Aérea da OTAN escolta aviões militares russos sobre mar Báltico

Caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo cinco vezes na semana passada para escoltar aviões russos.


Sputnik

Desde maio, dez caças das Forças Aéreas de Portugal e Espanha têm desempenhado policiamento aéreo da Aliança Atlântica no território da Lituânia.

Caça F/A-18 da Força Aérea espanhola
F/A-18 Super Hornet | CC BY 2.0 / Jordi Payà

"De 14 a 20 de maio, caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento nos países bálticos, teriam levantado voo cinco vezes para escoltar aviões militares russos no espaço aéreo internacional sobre o mar Báltico", diz o comunicado do Ministério da Defesa da Lituânia.

De acordo com dados do ministério, em 14 de maio, caças da OTAN levantaram voo duas vezes com objetivo de reconhecer e escoltar aviões russos.

Na primeira vez, foi escoltado um avião russo Il-20 que estava executando voo do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado. Na segunda vez foram escoltados dois Su-24 que realizavam o mesmo voo.

Além disso, o ministério comunica que, em 15 de maio, caças da OTAN escoltaram um Na-124 russo e, em 17 de maio, um Il-20, que estavam efetuando voos da região de Kaliningrado para o território continental russo. Nesse dia também foi escoltado um An-72 que estava em trajeto do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado.

O Ministério da Defesa da Rússia declarou inúmeras vezes que todos os voos das aeronaves russas são realizados em conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar fronteiras de outros Estados.

Os países bálticos não possuem aviões aptos para patrulhamento aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (após sua adesão à OTAN), a vigilância do espaço aéreo tem sido efetuada por aviões dos países-membros da Aliança Atlântica, em conformidade com o princípio de rotação.

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