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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Processos no exército norte-americano ameaçam todo o mundo, adverte analista

Militares norte-americanos que guardavam armas nucleares usavam drogas, segundo a mídia. O especialista militar Aleksandr Zhilin chamou a situação de alarmante, em especial levando em conta os planos das autoridades militares dos EUA.


Sputnik

O grupo de militares estadunidenses que guarda os mísseis nucleares na base aérea de Warren, estado de Wyoming, durante vários meses comprou, distribuiu e usou drogas, incluindo LSD, informa a agência de notícias Associated Press com referência a documentos militares à sua disposição.

Soldados do Exército dos EUA pertencentes ao 1º Pelotão, Able Troop 3-71 Cavalry Squadron e membros da Guarda Nacional da Carolina do Sul. (Arquivo)
Militares do US Army © AP Photo / Dario Lopez-Mills

Detalha-se que se trata de militares da 90ª unidade de mísseis que é responsável por um terço dos 400 mísseis Minuteman III. Os documentos obtidos pela agência comprovam que os militares, que deviam observar um regime de comportamento rigoroso, "em 2015 e 2016, no seu tempo livre, usaram LSD, cocaína e outras drogas".

Os órgãos de segurança estadunidenses descobriram a atividade criminal dos militares ainda em 2016. No total, contra 14 militares foram adotadas medidas disciplinares, seis foram condenados por uso e distribuição de drogas. Após o fim da investigação, um dos militares desertou e fugiu para o México.

Na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksandr Zhilin classificou a situação como alarmante.

"Isto é uma evidência que no exército norte-americano estão em curso processos que ameaçam todo o mundo. Por que uma potência nuclear, ao aceitar todos os compromissos respetivos, garante ao mundo que as armas nucleares que estão no seu território estão guardadas em segurança e não serão transmitidas a ninguém, e que nenhum grupo terrorista conseguirá se apoderar delas. Mas a situação é muito, muito alarmante. E o problema nem é as armas nucleares nos EUA serem guardadas por viciados. A irresponsabilidade, a guerra sem regras — é esta a ameaça que parte dos Estados Unidos para todo o mundo", concluiu Aleksandr Zhilin.

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