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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Processos no exército norte-americano ameaçam todo o mundo, adverte analista

Militares norte-americanos que guardavam armas nucleares usavam drogas, segundo a mídia. O especialista militar Aleksandr Zhilin chamou a situação de alarmante, em especial levando em conta os planos das autoridades militares dos EUA.


Sputnik

O grupo de militares estadunidenses que guarda os mísseis nucleares na base aérea de Warren, estado de Wyoming, durante vários meses comprou, distribuiu e usou drogas, incluindo LSD, informa a agência de notícias Associated Press com referência a documentos militares à sua disposição.

Soldados do Exército dos EUA pertencentes ao 1º Pelotão, Able Troop 3-71 Cavalry Squadron e membros da Guarda Nacional da Carolina do Sul. (Arquivo)
Militares do US Army © AP Photo / Dario Lopez-Mills

Detalha-se que se trata de militares da 90ª unidade de mísseis que é responsável por um terço dos 400 mísseis Minuteman III. Os documentos obtidos pela agência comprovam que os militares, que deviam observar um regime de comportamento rigoroso, "em 2015 e 2016, no seu tempo livre, usaram LSD, cocaína e outras drogas".

Os órgãos de segurança estadunidenses descobriram a atividade criminal dos militares ainda em 2016. No total, contra 14 militares foram adotadas medidas disciplinares, seis foram condenados por uso e distribuição de drogas. Após o fim da investigação, um dos militares desertou e fugiu para o México.

Na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksandr Zhilin classificou a situação como alarmante.

"Isto é uma evidência que no exército norte-americano estão em curso processos que ameaçam todo o mundo. Por que uma potência nuclear, ao aceitar todos os compromissos respetivos, garante ao mundo que as armas nucleares que estão no seu território estão guardadas em segurança e não serão transmitidas a ninguém, e que nenhum grupo terrorista conseguirá se apoderar delas. Mas a situação é muito, muito alarmante. E o problema nem é as armas nucleares nos EUA serem guardadas por viciados. A irresponsabilidade, a guerra sem regras — é esta a ameaça que parte dos Estados Unidos para todo o mundo", concluiu Aleksandr Zhilin.

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