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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Processos no exército norte-americano ameaçam todo o mundo, adverte analista

Militares norte-americanos que guardavam armas nucleares usavam drogas, segundo a mídia. O especialista militar Aleksandr Zhilin chamou a situação de alarmante, em especial levando em conta os planos das autoridades militares dos EUA.


Sputnik

O grupo de militares estadunidenses que guarda os mísseis nucleares na base aérea de Warren, estado de Wyoming, durante vários meses comprou, distribuiu e usou drogas, incluindo LSD, informa a agência de notícias Associated Press com referência a documentos militares à sua disposição.

Soldados do Exército dos EUA pertencentes ao 1º Pelotão, Able Troop 3-71 Cavalry Squadron e membros da Guarda Nacional da Carolina do Sul. (Arquivo)
Militares do US Army © AP Photo / Dario Lopez-Mills

Detalha-se que se trata de militares da 90ª unidade de mísseis que é responsável por um terço dos 400 mísseis Minuteman III. Os documentos obtidos pela agência comprovam que os militares, que deviam observar um regime de comportamento rigoroso, "em 2015 e 2016, no seu tempo livre, usaram LSD, cocaína e outras drogas".

Os órgãos de segurança estadunidenses descobriram a atividade criminal dos militares ainda em 2016. No total, contra 14 militares foram adotadas medidas disciplinares, seis foram condenados por uso e distribuição de drogas. Após o fim da investigação, um dos militares desertou e fugiu para o México.

Na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksandr Zhilin classificou a situação como alarmante.

"Isto é uma evidência que no exército norte-americano estão em curso processos que ameaçam todo o mundo. Por que uma potência nuclear, ao aceitar todos os compromissos respetivos, garante ao mundo que as armas nucleares que estão no seu território estão guardadas em segurança e não serão transmitidas a ninguém, e que nenhum grupo terrorista conseguirá se apoderar delas. Mas a situação é muito, muito alarmante. E o problema nem é as armas nucleares nos EUA serem guardadas por viciados. A irresponsabilidade, a guerra sem regras — é esta a ameaça que parte dos Estados Unidos para todo o mundo", concluiu Aleksandr Zhilin.

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