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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Processos no exército norte-americano ameaçam todo o mundo, adverte analista

Militares norte-americanos que guardavam armas nucleares usavam drogas, segundo a mídia. O especialista militar Aleksandr Zhilin chamou a situação de alarmante, em especial levando em conta os planos das autoridades militares dos EUA.


Sputnik

O grupo de militares estadunidenses que guarda os mísseis nucleares na base aérea de Warren, estado de Wyoming, durante vários meses comprou, distribuiu e usou drogas, incluindo LSD, informa a agência de notícias Associated Press com referência a documentos militares à sua disposição.

Soldados do Exército dos EUA pertencentes ao 1º Pelotão, Able Troop 3-71 Cavalry Squadron e membros da Guarda Nacional da Carolina do Sul. (Arquivo)
Militares do US Army © AP Photo / Dario Lopez-Mills

Detalha-se que se trata de militares da 90ª unidade de mísseis que é responsável por um terço dos 400 mísseis Minuteman III. Os documentos obtidos pela agência comprovam que os militares, que deviam observar um regime de comportamento rigoroso, "em 2015 e 2016, no seu tempo livre, usaram LSD, cocaína e outras drogas".

Os órgãos de segurança estadunidenses descobriram a atividade criminal dos militares ainda em 2016. No total, contra 14 militares foram adotadas medidas disciplinares, seis foram condenados por uso e distribuição de drogas. Após o fim da investigação, um dos militares desertou e fugiu para o México.

Na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksandr Zhilin classificou a situação como alarmante.

"Isto é uma evidência que no exército norte-americano estão em curso processos que ameaçam todo o mundo. Por que uma potência nuclear, ao aceitar todos os compromissos respetivos, garante ao mundo que as armas nucleares que estão no seu território estão guardadas em segurança e não serão transmitidas a ninguém, e que nenhum grupo terrorista conseguirá se apoderar delas. Mas a situação é muito, muito alarmante. E o problema nem é as armas nucleares nos EUA serem guardadas por viciados. A irresponsabilidade, a guerra sem regras — é esta a ameaça que parte dos Estados Unidos para todo o mundo", concluiu Aleksandr Zhilin.

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