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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Pyongyang: EUA podem 'arruinar o clima de diálogo'

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano indicou que Washington difunde uma interpretação incorreta das intenções de Pyongyang em relação à desnuclearização, informou neste domingo (6) a agência de notícias norte-coreana, KCNA.


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A chancelaria da Coreia do Norte considera que os EUA interpretam erroneamente o objetivo do país de buscar a desnuclearização completa da península como uma consequência da "pressão e das sanções". Além disso, lembra que Washington continua dizendo que "não vai aliviar as sanções até que a Coreia do Norte abandone as armas nucleares", enquanto aumenta as tensões na região com o posicionamento de armas estratégicas na península da Coreia.


Lançamento de míssil de longo alcance no polígono de Sohae (Coreia do Norte)
Lançamento de míssil de longo alcance da Coreia do Norte © REUTERS / Kyodo

Neste sentido, Pyongyang adverte que o comportamento provocador dos EUA é "uma tentativa perigosa de arruinar o clima de diálogo alcançada e fazer voltar a situação ao ponto de partida".

Entretanto, nota que "se os EUA prosseguirem com a pressão e ameaça militar contra Pyongyang, chamando de 'fraqueza' a intenção da Coreia do Norte de ir na direção da paz, isso não contribuirá para a solução do problema".

Atualmente, efetuam-se os preparativos para a próxima reunião entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Em 4 de maio, Trump disse que foram estabelecidos a data e lugar da cúpula com Kim Jong-un, precisando que os detalhes serão divulgados mais tarde.

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