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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Pyongyang: EUA podem 'arruinar o clima de diálogo'

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano indicou que Washington difunde uma interpretação incorreta das intenções de Pyongyang em relação à desnuclearização, informou neste domingo (6) a agência de notícias norte-coreana, KCNA.


Sputnik

A chancelaria da Coreia do Norte considera que os EUA interpretam erroneamente o objetivo do país de buscar a desnuclearização completa da península como uma consequência da "pressão e das sanções". Além disso, lembra que Washington continua dizendo que "não vai aliviar as sanções até que a Coreia do Norte abandone as armas nucleares", enquanto aumenta as tensões na região com o posicionamento de armas estratégicas na península da Coreia.


Lançamento de míssil de longo alcance no polígono de Sohae (Coreia do Norte)
Lançamento de míssil de longo alcance da Coreia do Norte © REUTERS / Kyodo

Neste sentido, Pyongyang adverte que o comportamento provocador dos EUA é "uma tentativa perigosa de arruinar o clima de diálogo alcançada e fazer voltar a situação ao ponto de partida".

Entretanto, nota que "se os EUA prosseguirem com a pressão e ameaça militar contra Pyongyang, chamando de 'fraqueza' a intenção da Coreia do Norte de ir na direção da paz, isso não contribuirá para a solução do problema".

Atualmente, efetuam-se os preparativos para a próxima reunião entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Em 4 de maio, Trump disse que foram estabelecidos a data e lugar da cúpula com Kim Jong-un, precisando que os detalhes serão divulgados mais tarde.

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