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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Relatório da ONU aponta que helicópteros do Afeganistão mataram 36 pessoas em abril

As forças armadas do Afeganistão usaram misseis e metralhadoras pesadas em helicópteros e mataram 36 pessoas no mês passado, sendo 6 homens e 30 meninos, e feriram 71 outros, enquanto participavam de uma cerimônia religiosa perto de Kunduz, cidade do norte do país.


Sputnik

A informação foi publicada pela agência Reuters e extraída de um relatório elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) publicado nesta segunda-feira (7).


Contingente militar dos EUA no Afeganistão
Militares dos EUA no Afeganistão © AFP 2018 / Ed JONES

Em abril, moradores do vilarejo de Dasht-i Archi, no distrito de Kunduz, disseram que dezenas de pessoas, inclusive muitas crianças, foram mortas em um ataque contra uma cerimônia religiosa, levando a ONU a iniciar uma investigação.

O relatório da ONU alertou para os riscos de uma nova estratégia, feita por conselheiros dos Estados Unidos de reforço do poderio aéreo afegão, agora equipado com helicópteros que disparam foguetes e aeronaves de ataque, para tentar romper um impasse com o Taliban.

"Uma descoberta crucial deste relatório é que o governo usou mísseis e metralhadoras pesadas em uma reunião religiosa, o que resultou em números altos de fatalidades infantis", disse a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama, na sigla em inglês).

A missão disse que há dúvidas "quanto ao respeito do governo às regras de precaução e proporcionalidade segundo a lei humanitária internacional".

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