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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Relatos: ataque aéreo não identificado na Síria teria sido realizado por Israel

De acordo com os relatos do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede no Reino Unido, 26 militares foram mortos em um ataque aéreo em depósitos de munição no norte da Síria no dia 30 de abril. Nenhum país assumiu a responsabilidade pelo incidente.


Sputnik


O site informativo sírio, Zaman al-Wasl, revelou, citando fontes militares não identificadas, que mísseis fabricados nos EUA foram usados ​​pela força aérea israelense durante ataque aéreo realizado no dia 30 de abril no norte da Síria. Segundo a fonte, o mesmo tipo de míssil foi usado em ataques israelenses anteriores contra o país árabe.


Caça israelense F-16
F-16 Fighting Falcon israelenses © AFP 2018 / JACK GUEZ

No dia 30 de abril começaram a surgir relatos de que depósitos de munição em Hama e Aleppo foram atacados em um ataque aéreo. Fontes oficiais da Síria não relataram nenhuma vítima, mas o Observatório Sírio para os Direitos Humanos da Grã-Bretanha informou que 26 militares foram mortos na ocasião, e muitos deles supostamente seriam iranianos. O Irã, por sua vez, negou esses relatos, alegando que nenhum de seus conselheiros militares na Síria foi morto.

As Forças de Defesa de Israel se recusaram a comentar as alegações de que Tel Aviv estava por trás do ataque.

As relações entre Israel e Irã sempre foram tensas. Teerã não reconhece a existência de Israel. Israel, por outro lado, alega que o Irã pretende atacar Israel a partir da Síria.

Teerã nega as acusações, alegando que está apenas enviando assessores militares à República Árabe.

Em fevereiro e abril deste ano, a força aérea israelense realizou ataques aéreos contra a base aérea T-4 da Síria. Tel Aviv anunciou que os ataques tinham como alvo "as bases do Irã na Síria", que Teerã supostamente planejava usar para atacar Israel. Tanto a Síria quanto o Irã criticaram os ataques, dizendo que vários assessores militares iranianos foram mortos durante o ataque realizado no início de abril.

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