Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Relatos: ataque aéreo não identificado na Síria teria sido realizado por Israel

De acordo com os relatos do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede no Reino Unido, 26 militares foram mortos em um ataque aéreo em depósitos de munição no norte da Síria no dia 30 de abril. Nenhum país assumiu a responsabilidade pelo incidente.


Sputnik


O site informativo sírio, Zaman al-Wasl, revelou, citando fontes militares não identificadas, que mísseis fabricados nos EUA foram usados ​​pela força aérea israelense durante ataque aéreo realizado no dia 30 de abril no norte da Síria. Segundo a fonte, o mesmo tipo de míssil foi usado em ataques israelenses anteriores contra o país árabe.


Caça israelense F-16
F-16 Fighting Falcon israelenses © AFP 2018 / JACK GUEZ

No dia 30 de abril começaram a surgir relatos de que depósitos de munição em Hama e Aleppo foram atacados em um ataque aéreo. Fontes oficiais da Síria não relataram nenhuma vítima, mas o Observatório Sírio para os Direitos Humanos da Grã-Bretanha informou que 26 militares foram mortos na ocasião, e muitos deles supostamente seriam iranianos. O Irã, por sua vez, negou esses relatos, alegando que nenhum de seus conselheiros militares na Síria foi morto.

As Forças de Defesa de Israel se recusaram a comentar as alegações de que Tel Aviv estava por trás do ataque.

As relações entre Israel e Irã sempre foram tensas. Teerã não reconhece a existência de Israel. Israel, por outro lado, alega que o Irã pretende atacar Israel a partir da Síria.

Teerã nega as acusações, alegando que está apenas enviando assessores militares à República Árabe.

Em fevereiro e abril deste ano, a força aérea israelense realizou ataques aéreos contra a base aérea T-4 da Síria. Tel Aviv anunciou que os ataques tinham como alvo "as bases do Irã na Síria", que Teerã supostamente planejava usar para atacar Israel. Tanto a Síria quanto o Irã criticaram os ataques, dizendo que vários assessores militares iranianos foram mortos durante o ataque realizado no início de abril.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas