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China convoca embaixador dos EUA após sanção por compra de jatos russos

O Ministério de Relações Exteriores da China convocou neste sábado o embaixador dos EUA em Pequim para protestar contra a decisão de Washington de sancionar uma agência militar chinesa e seu diretor após a compra de caças russos e de avançado sistema de mísseis terra-ar.
Reuters

O vice-ministro das Relações Exteriores chinês, Zheng Zeguang, convocou o embaixador Terry Branstad para apresentar “representações severas” e protestar contra as sanções, disse a pasta.

Mais cedo, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Wu Qian, disse que a decisão da China de comprar caças e sistemas russos foi um ato normal de cooperação entre países soberanos, e que os Estados Unidos “não tinham o direito de interferir”.

Na quinta-feira, o Departamento de Estado dos EUA impôs sanções ao Departamento de Desenvolvimento de Equipamentos da China (EED, na sigla em inglês) depois que o órgão se envolveu em “transações significativas” com a Rosoboronexport, principal exportadora de armas da Rússia.

As sanções est…

Rússia pode ter 'más notícias' para caças norte-americanos

A Rússia e China estão a ponto de criarem tecnologia que permitirá derrubar os caças furtivos norte-americanos F-35 e F-22, escreve a revista The National Interest.


Sputnik

Moscou e Pequim já têm experiência em elaboração de sistemas de vigilância de infravermelhos, aponta o autor do artigo. Além disso, a indústria de defesa dos dois países possui redes de transmissão de dados no ar.

Caça norte-americano F-22
F-22 Raptor da USAF © AP Photo/ Lee Jin-man

Agora a Rússia e a China já têm todos os recursos para criar canais de comunicação de alta velocidade e de alta frequência, estipula a revista.

"Logo que os russos e os chineses possam ligar, com ajuda de um canal de transmissão de dados de alta velocidade, dois ou mais caças equipados com sistemas de busca e monitoramento de infravermelhos na faixa de ondas longas, eles terão a base dos componentes para criação de sistemas capazes de contrariar as tecnologias furtivas", ressalta o artigo.

Desenvolvimentos de tal tipo, junto com os algoritmos de fusão de sensores mais modernos "reduzirão significativamente" o potencial funcional dos caças norte-americanos de quinta geração, opina o autor. Ele também nota que a modernização das tecnologias de combate é somente uma questão do tempo. E é pouco provável que se possa proteger os caças norte-americanos do desenvolvimento de novos sistemas.

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