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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Rússia quer afastar forças iranianas da fronteira sírio-israelense? Israel acha que sim

As autoridades políticas e militares de Israel creem que a Rússia pretende discutir com Israel o afastamento das forças iranianas e das milícias pró-Irã que operam na Síria na fronteira com Israel, assinala o diário Haaretz citando altos funcionários israelenses.


Sputnik

Moscou estaria preocupada com os confrontos diretos entre Israel e o Irã, que poderiam pôr em perigo a continuidade do presidente sírio Assad no poder, segundo as fontes.

Militar russo na Síria
Militar russo na Síria © AP Photo / Sem credenciais

A postura da Rússia, indicam as mesmas fontes, é afastar as forças iranianas da fronteira com Israel, mas não de toda a Síria.

Em novembro passado, Israel tentou que as forças pró-iranianas se afastassem 60 quilômetros da fronteira, quer dizer até à zona de Damasco.

Entretanto, o acordo firmado pela Rússia e os Estados Unidos prevê um afastamento das forças pró-iranianas de cinco a 20 quilômetros, algo que não satisfaz Israel.

Conforme os cálculos de Israel, na Síria há cerca de 2.000 oficiais e assessores iranianos, bem como 9.000 combatentes das milícias pró-iranianas originários do Afeganistão, Paquistão e Iraque.

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