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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Rússia reforça defesa do Ártico com bombardeiros supersônicos estratégicos

A Rússia planeja fortalecer a defesa do Ártico enviando bombardeiros estratégicos supersônicos Tu-160 para esta região, segundo comunicou o comandante da aviação de longo alcance da Força Aeroespacial da Rússia, Sergei Kobylash, em entrevista ao jornal do Ministério da Defesa.


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"Atualmente, o Ártico tem importância estratégica para nós e, por isso, estamos incluindo novos aeródromos e aparelhos que possam garantir a segurança do país na fronteira marítima e naquela área", explicou Kobylash entrevistado pelo Krasnaya Zvezda.

Bombardeiro russo Tu-160
Tupolev Tu-160 © AP Photo / Misha Japaridze

"Nunca violamos o direito internacional, muito menos as fronteiras de outros países", acrescentou.

O comandante russo também comentou o recente incidente em que caças F-22 dos EUA escoltaram aeronaves russas no Ártico.

"Perto de suas fronteiras, a aviação desses países tem o mesmo direito de escoltar que nós temos ao realizar patrulhas aéreas", disse Kobylash, observando que este é um caso frequente.

Ao mesmo tempo, o comandante assegurou "com total responsabilidade" que a aviação russa de longo alcance "não violou o direito internacional, muito menos as fronteiras aéreas de Estados estrangeiros". "Todas as tarefas que as equipes realizaram e realizam estão em total conformidade com os padrões internacionais", frisou.

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