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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Saída dos EUA do acordo nuclear com Irã pode causar crise nuclear, alerta especialista

A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de abandonar o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), pode levar a um confronto nuclear e a comunidade internacional não está preparada para ele, afirmou à Sputnik Kelsey Davenport, diretora do Departamento da Política de Não-Proliferação da Associação de Controle de Armas.


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Nesta terça-feira (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu país abandonará o JCPOA e restabelecerá sanções contra Teerã.


Míssil Ghadr-H frente ao retrato do supremo líder iraniano, Ali Khamenei, Teerã
Míssil Ghadr-H © AP Photo / Vahid Salemi

"A decisão de Trump de violar o acordo nuclear com o Irã, voltando a impor sanções, é perigosa, irresponsável, a é capaz de provocar uma crise nuclear que a comunidade internacional não se pode permitir", afirmou Davenport.

De acordo com a analista, os outros participantes do acordo nuclear devem reforçar as relações com o Irã, proteger os laços comerciais com Teerã contra as sanções norte-americanas e convencer o Irã a cumprir os compromissos no âmbito do acordo.

"É de importância especial que os outros assinantes do acordo, China, França, Alemanha, Rússia e o Reino Unido, empreendam passos imediatos para reforçar o acordo, proteger os negócios legítimos com o Irã das sanções norte-americanas, bem como apelar para que o Irã permaneça no acordo", frisou.

O JCPOA, assinado em 2015 entre o Irã e Grupo 5+1 (EUA, Rússia, Reino Unido, França, Alemanha, China) e considerado histórico, limitou o programa nuclear de Teerã em troca do levantamento das sanções internacionais. Posteriormente, o presidente dos EUA criticou repetidamente o JCPOA, qualificando-o como o pior acordo da história dos EUA, e ameaçou abandonar o JCPOA caso ele não fosse "corrigido".

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