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Rússia testará novo avião de transporte militar até o final do ano

Il-112V deverá substituir modelos soviéticos An-24 e An-26, considerados obsoletos.
Nikolai Litôvkin | Russia Beyond

A nova aeronave de transporte militar Il-112V completou os testes de fábrica e está sendo preparada para o primeiro voo, que está previsto para o final de 2018.


Caso os testes sejam bem sucedidos, o Il-112V substituirá nas Forças Armadas russas os modelos An-24 e An-26, desenvolvidos no início dos anos 1960.

O Ilyushin Il-112 é um avião de transporte militar leve de asa alta que está sendo desenvolvido pela Ilyushin Aviation Complex para transporte de cargas militares, equipamentos e pessoal.

Sua capacidade de carga máxima "útil" a bordo será de até cinco toneladas.

Os projetistas pretendem desenvolver duas versões do avião: uma com hangares estendidos para o transporte de equipamentos militares, carga e soldados; e outra, civil, para o transporte de passageiros e carga leve.

O Il-112V é um monoplano com configuração aerodinâmica tradicional e dois poderosos motores…

Saída dos EUA do acordo nuclear com Irã pode causar crise nuclear, alerta especialista

A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de abandonar o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), pode levar a um confronto nuclear e a comunidade internacional não está preparada para ele, afirmou à Sputnik Kelsey Davenport, diretora do Departamento da Política de Não-Proliferação da Associação de Controle de Armas.


Sputnik

Nesta terça-feira (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu país abandonará o JCPOA e restabelecerá sanções contra Teerã.


Míssil Ghadr-H frente ao retrato do supremo líder iraniano, Ali Khamenei, Teerã
Míssil Ghadr-H © AP Photo / Vahid Salemi

"A decisão de Trump de violar o acordo nuclear com o Irã, voltando a impor sanções, é perigosa, irresponsável, a é capaz de provocar uma crise nuclear que a comunidade internacional não se pode permitir", afirmou Davenport.

De acordo com a analista, os outros participantes do acordo nuclear devem reforçar as relações com o Irã, proteger os laços comerciais com Teerã contra as sanções norte-americanas e convencer o Irã a cumprir os compromissos no âmbito do acordo.

"É de importância especial que os outros assinantes do acordo, China, França, Alemanha, Rússia e o Reino Unido, empreendam passos imediatos para reforçar o acordo, proteger os negócios legítimos com o Irã das sanções norte-americanas, bem como apelar para que o Irã permaneça no acordo", frisou.

O JCPOA, assinado em 2015 entre o Irã e Grupo 5+1 (EUA, Rússia, Reino Unido, França, Alemanha, China) e considerado histórico, limitou o programa nuclear de Teerã em troca do levantamento das sanções internacionais. Posteriormente, o presidente dos EUA criticou repetidamente o JCPOA, qualificando-o como o pior acordo da história dos EUA, e ameaçou abandonar o JCPOA caso ele não fosse "corrigido".

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