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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.


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A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Caça da quinta geração Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Alexey Kudenko

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia controlam totalmente o espaço aéreo de Israel, Líbano e Síria. Este é um dos principais motivos pelos quais Israel não poderá usufruir ao máximo de seus atuais caças norte-americanos F-35.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o major-general e piloto militar russo, Vladimir Popov, opinou que em comparação a várias características dos caças F-22 e F-35 norte-americanos, os caças Su-39 e Su-35 nunca ficaram para trás.

"Vários especialistas, inclusive ocidentais, apontam que nossos aviões de 4++ geração não ficam para trás, e, em várias características, até ultrapassam aviões norte-americanos F-22 e F-35 de quinta geração", indicou o piloto.

"Os norte-americanos colocam a furtividade em primeiro lugar […] Nós colocamos essa característica no segundo ou terceiro lugar. Para nós, o importante é a alta manobrabilidade, a redução de custos de fabricação e manutenção, simplicidade, e depois todo o resto. Porém, nossos aviões também são bem equipados para efetuar voos imperceptíveis", apontou Popov.

As características do caça russo de quinta geração, segundo ele, devem ultrapassar as dos F-22 e F-35 norte-americanos.

"Não se deve se esquecer do nosso avião de quinta geração Su-57, que já passou por voos de testes. Agora está praticamente começando rearmamento, vamos ver como a aeronave vai operar. Acredito que sua qualidade vá ser superior à dos Su-30 e Su-35, nossos aviões de geração 4++. Consequentemente, ele ultrapassará os F-22 e F-35 estadunidenses", ressaltou Vladimir Popov.

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