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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Submarino Riachuelo: Comando da Marinha do Brasil define o dia 12 de dezembro para o lançamento ao mar

O Comando da Marinha do Brasil (MB) definiu o dia 12 de dezembro de 2018, como data para o lançamento ao mar do seu primeiro submarino classe Scorpene (S-BR), o Riachuelo (S40), que vem sendo construído no complexo naval de Itaguaí (RJ).


Por Roberto Lopes | Poder Naval

Como ainda não há segurança absoluta de que tudo estará pronto para o evento neste dia – há uma dependência crônica da disponibilidade de recursos –, o 12 de dezembro vem sendo tratado como “data-tentativa”, e ainda não houve autorização para que a Força o anunciasse oficialmente.


Submarino Riachuelo fotografado na cerimônia de início da integração dos Submarinos da classe S-BR
Submarino Riachuelo fotografado na cerimônia de início da integração dos Submarinos da classe S-BR

As restrições orçamentárias para este ano também já fizeram a MB abandonar alguns planejamentos que a animavam, quatro ou cinco anos trás, quando tiveram início as obras do novo pólo militar de Itaguaí.

Na época em que se julgava factível transferir o Comando da Força de Submarinos (ForSub), da Ilha de Mocanguê, na Baía da Guanabara, para Itaguaí, imaginou-se ocupar as instalações hoje pertencentes à ForSub com os quadros do Comando de Operações Navais – e, especialmente, a sua “sala de guerra” (sala de situação tática), alimentada por dezenas de informações transmitidas via satélite.

Atualmente, todos esses planos estão congelados.

Mas a Marinha se preocupa em perpetuar a evolução da sua Força de Submarinos, o mais importante agrupamento de navios dessa categoria na costa sul-americana do Atlântico Sul.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, ainda este mês o Centro de Comunicação Social da Marinha, sediado em Brasília, começará a coletar uma série de depoimentos de oficiais submarinistas que prestaram relevantes serviços à Arma Submarina brasileira. O objetivo é elaborar a história oficial da Força de Submarinos do Brasil.

Entre os nomes já elencados para fornecer esses dados estão os dos almirantes de esquadra Alfredo Karam (ex-comandante da Força de Submarinos e ex-ministro da Marinha), hoje com 93 anos, Fernando Eduardo Studart Wiemer, ex-comandante de Operações Navais, e Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, atual diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.

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