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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Taiwan avalia compra de tanques dos EUA para fortalecer fronteiras marítimas

Taiwan cogita a possibilidade de comprar tanques norte-americanos Abrams M1A2 para proteger seu litoral contra possíveis agressões da China continental.


Sputnik

Isto é o que afirma o ministro da Defesa de Taipé, Yen Teh-fa, salientando que "é muito provável que o estreito de Taiwan se tranforme no ponto mais quente da região, deslocando a península coreana", segundo citação do South China Morning Post.


Tanques de combate de Abrams da 4ª Divisão de Infantaria do Exército dos EUA, a 3ª Brigada de Combate da Equipa, do 68º Armamento do Regimento e do 1º Batalhão de vagões chegam à estação ferroviária de Gaiziunai a cerca de 110 km a oeste da capital Vilnius, Lituânia.
Tanques norte-americanos M1 Abrams © AP Photo / Mindaugas Kulbis

De acordo com a mídia local, o ministro da Defesa planeja comprar dois batalhões de tanques, ou seja, 108 unidades.

O chefe da Defesa taiwanesa acredita que a ilha deva fortalecer suas forças armadas à medida que a China intensifica suas manobras militares no estreito de Taiwan.

As relações entre Pequim e Taipé se deterioraram desde que a presidente taiwanesa Tsai Ing-wen tomou posse em maio de 2016. A China suspeita que a presidente busque aumentar a independência formal. Pequim, que sempre manteve sua política em relação a uma China unificada, considera Taiwan como parte do país e desconfia do apoio de Washington à ilha.

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