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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

'Temos que estar atentos a qualquer novo passo dos EUA e seus aliados em relação à Síria'

Os Estados Unidos continuam preparando operações encenadas relativas ao uso das armas químicas na Síria, segundo informou a agência local SANA, citando uma fonte do Comitê sírio para a eliminação de armas químicas.


Sputnik

Segundo a mídia, a inteligência e os serviços militares dos EUA usam seus agentes para encenar os ataques químicos em algumas partes do país árabe e depois culpar Damasco.

Forças Democráticas da Síria em um caminhão, Raqqa, Síria (foto de arquivo)
Terroristas das Forças Democráticas da Síria em Raqqa © AP Photo/ Hussein Malla

Como a agência relata, com referências da fonte, o governo sírio condena essa "nova encenação". Damasco também confirma que alguns países ocidentais também estão envolvidos, inclusive a França e a Grã-Bretanha. Assim, esses países querem justificar seus ataques contra a Síria.

O interlocutor da agência também disse que os terroristas, que anteriormente trabalharam para o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países), estão agora prestando serviço aos EUA e para as chamadas Forças Democráticas da Síria (FDS). Segundo ele, esses terroristas levam as famílias das regiões sob o controle das FDS para a base norte-americana de al-Jafra. Lá, essas pessoas são treinadas para se tornarem "vitimas" de um suposto ataque químico do exército sírio.

O cientista político Stanislav Tarasov em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik expressou sua opinião sobre a quem mais os EUA podem culpar pelo uso das armas químicas.

"Os Estados Unidos continuam suas encenações para causar efeito político. Eles já encenaram o ataque químico em Ghouta Oriental, culparam o governo sírio e o lado russo, que supostamente apoiou essas ações. Mas quando o assunto foi levado a sério nas investigações, eles [os EUA] fugiram […] Agora, eles estão, provavelmente, preparando uma nova operação. Temos que estar atentos a qualquer novo passo dos EUA e seus aliados em relação à Síria", disse.

"Eles [os EUA] são capazes também de culpar o Irã pelo uso das armas químicas", concluiu.

No início de abril, o Ocidente acusou Damasco de realizar ataque químico contra a cidade de Douma, na Ghouta Oriental, e ameaçou retaliar. Moscou negou a informação sobre uma bomba de cloro, supostamente atirada por militares sírios. A chancelaria russa declarou que a desinformação sobre ataques químicos na Síria busca proteger os terroristas e justificar atuação militar de terceiros no país árabe.

Na madrugada de 14 de abril, EUA, Grã-Bretanha e França realizaram um ataque conjunto de mísseis contra instalações do governo sírio que, segundo o Ocidente, eram usadas na fabricação de armas químicas. Mais de 100 mísseis foram disparados, 71 dos quais foram abatidos por defesa antiaérea síria. As forças russas não foram mobilizadas, mas acompanharam o ataque. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como agressão contra um país soberano.

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