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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Vice-ministro das Relações Exteriores do Irã: O acordo nuclear precisa de garantias firmes a ser mantido

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã disse que preservar o acordo nuclear só é possível através de garantias firmes de outros signatários do acordo sobre os benefícios do Irã e do compensação das perdas causadas pela retirada dos EUA.


Pars Today

Abbas Araqchi fez as declarações em uma reunião com seu colega russo, Sergei Ryabkov, em Teerã, na quinta-feira.


Vice-ministro das Relações Exteriores do Irã: O acordo nuclear precisa de garantias firmes a ser mantido

As conversas aconteceram dois dias depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou Washington do acordo nuclear com o Irã.

Os últimos desenvolvimentos no status do acordo, conhecido como Plano de Ação Compreensivo Conjunto (JCPOA), e as formas de preservá-lo sem os EUA foram os principais temas da reunião.

"O Irã continuará a conversar com todos os partidos europeus, russos e chineses para explorar formas de manter o acordo vivo", disse Araqchi.

As autoridades russas na reunião disseram que seu país continuará comprometido com o acordo e continuará sua cooperação com os outros signatários para salvar o acordo.

O acordo nuclear foi assinado pelo Irã e as principais potências mundiais em 2015. Segundo o acordo, o Irã concordou em frear seu programa nuclear em troca de sanções econômicas.

Os outros signatários do acordo - Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha - disseram que continuarão a aplicar o acordo.

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