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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

18 refugiados morrem na sequência de ataque da coalizão ocidental na Síria

Os aviões da coalizão internacional encabeçada pelos EUA efetuaram um ataque aéreo contra um povoado no sul da província de Al-Hasakah, em resultado do qual morreram 18 refugiados iraquianos, comunica a mídia local.


Sputnik

De acordo com a agência síria SANA, no povoado contra o qual foi efetuado o bombardeio está situado um campo temporário para refugiados do vizinho Iraque.

Ataque aéreo da coalizão internacional na Síria (foto de arquivo)
Ataque aéreo à Síria da coalizão liderada pelos EUA © AP Photo / Bram Janssen

Ao longo do último mês, já ocorreram vários ataques do mesmo tipo na província de Al-Hasakah, no nordeste da Síria. Assim, em 5 de junho foram reportadas 10 vítimas e em 12 de maio — outras 8 pessoas mortas em um bombardeamento.

A chancelaria russa tem frisado repetidas vezes que as atividades dos EUA e sua coalizão internacional na Síria se realizam sem autorização e coordenação do governo de Damasco e sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

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