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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Agências humanitárias em operação de urgência após escalada em porto do Iêmen

Violência na cidade portuária de Hodeida, principal ponto de entrada, aumentou nos últimos dias; país já atravessa pior crise humanitária no mundo; Conselho de Segurança se reúne a portas fechadas para discutir situação.


Alexandres Soares | ONU

Agências humanitárias das Nações Unidas e parceiros realizam operações de assistência urgente no Iêmen após a escalada da violência à cidade portuária de Hodeida.

Um homem e o seu filho na cidade de Hodeida, procurando água | Ocha/Giles Clarke

A coordenadora da ONU no país, Lise Grande, disse que dezenas de funcionários da organização entregam comida, água e serviços médicos. Pelo menos 600 mil moradores precisam de ajuda para sobreviver.

Entrevista

Numa entrevista à ONU News, Grande informou que "nos últimos dois dias, desde que o assalto militar começou, tem havido fortes bombardeamentos vindos do mar e confrontos terrestres".

Ela diz estar com receio que "nos próximos dias, a menos que aconteça um cessar das hostilidades, o combate se espalhe para as partes densamente populosas da cidade".

Apesar das dificuldades, Grande explicou que as agências da ONU "sabem o quão importante é manter as suas operações a decorrer". Segundo ela, "os funcionários humanitários estão comprometidos em permanecer em áreas onde as pessoas precisam deles". 

Preparação

Em nota, a coordenadora explicou que os parceiros humanitários se preparavam para um possível ataque há semanas.

Grande disse que, na quarta-feira, “mesmo quando a cidade estava sendo bombardeada, um navio contratado pelo ONU descarregava no porto de Hodeida milhares de toneladas de comida”. Segundo ela, outros dois navios vão fazer o mesmo nos próximos dias.

Além de ser uma das áreas mais populosas do país, a cidade é o ponto de entrada mais importante de bens necessários para evitar uma crise de fome e o retorno da epidemia de cólera.

Cerca de 70% das importações do Iêmen, incluindo bens comerciais e humanitários, entram pelos portos Hodeida e Saleef.

Ajuda

As agências têm 63 mil toneladas de comida, dezenas de milhares de kits de emergência, água e combustível para distribuir. Equipas médicas foram levadas para o terreno e já estabeleceram centros de serviço.

Todos os dias, 50 mil litros de água potável são distribuídos e equipes de saúde tentam parar o espalhar da cólera e outras doenças mortais.

A ONU e os seus parceiros também ajudam as pessoas que foram deslocadas pelos combates no sul da cidade nos últimos dias.

Encontro

Grande afirmou que “sob a lei humanitária internacional, as partes de um conflito são obrigadas a fazer o possível para proteger civis e garantir que têm a ajuda e assistência que precisam para sobreviver”.

A coordenadora humanitária e o enviado especial do secretário-geral da ONU para o Iêmen, Martin Griffiths, participam num encontro a portas fechadas do Conselho de Segurança.

Crise

A situação humanitária no Iêmen já é considerada a mais grave no mundo pelas agências da ONU. Se as condições não melhorarem, o número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar grave e o risco de morrer de fome, pode ultrapassar os 10 milhões até o fim do ano.

A ONU e os seus parceiros precisam de US$ 3 bilhões este ano para ajudar cerca de 22 milhões de pessoas. Até este momento, as organizações já receberam metade desse valor.

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