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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Almirante dos EUA: exercícios da OTAN na Noruega são um 'sinal' para a Rússia

Os exercícios antissubmarino da OTAN que começaram na segunda-feira (25) no norte da Noruega devem ser entendidos pela Rússia como um sinal de que Washington e Oslo estão fortalecendo a cooperação militar, declarou ao canal NRK o almirante John Richardson, comandante da Marinha dos EUA.


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Este ano os exercícios anuais da Aliança Dynamic Mongoose estão sendo realizados perto da província norueguesa de Troms e prosseguirão até 6 de julho. Segundo os organizadores, nas manobras participam sete navios, três aeronaves de patrulha marítima e dois submarinos. Além da Noruega e dos EUA, militares da Dinamarca, Alemanha, Polônia, Holanda, Espanha e Turquia também integram as manobras.

Navios de guerra da OTAN.
Navios de guerra da OTAN © AP Photo / Gero Breloer

Segundo Richardson é normal que os EUA e Noruega desenvolvam a cooperação militar, mas isso deve ser um sinal para a Rússia.

"Eles devem considerar isso como um sinal de que estamos fortalecendo nossa parceria", disse o almirante.

Além disso, ele acrescentou que aumentou o interesse pelas regiões setentrionais, principalmente devido à mudança climática e aos problemas de segurança.

Como observou o ministro da Defesa da Noruega, Frank Bakke-Jensen, a situação de segurança na região levou à intensificação das ações da OTAN.

"Há cinco ou seis anos tudo estava tranquilo, mas agora não está mais. E isso não tem a ver apenas com a Rússia, a situação se tornou mais incerta", disse o ministro.

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