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Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
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Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

'Alô, é o Tio Sam?': Emirados Árabes pedem que EUA ajudem a tomar cidade no Iêmen

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) pediram aos Estados Unidos que forneçam apoio militar direto para uma operação destinada a tomar a cidade portuária de Al Hudaydah, no Iêmen, controlada pelos rebeldes xiitas.


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Os EAU e a Arábia Saudita também disseram aos Estados Unidos que não tentariam tomar a cidade até que houvesse uma interferência dos EUA, informou o Wall Street Journal citando autoridades dos EUA.

Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, à direita, em encontro com o ministro de Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Abdullah bin Zayed Al Nahyan. O encontro foi realidado no Departamento de Estado, em Washington, no dia 14 de maio de 2018.
Sheikh Abdullah bin Zayed al Nahyan dos Emirados Árabes Unidos e Mike Pompeo © AP Photo / Manuel Balce Ceneta

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, solicitou uma rápida avaliação do pedido dos Emirados Árabes Unidos.

"Continuamos a ter muitas preocupações sobre a operação de Al Hudaydah […]. Não estamos 100% confortáveis de que, mesmo que a coalizão lançasse um ataque, se seriam capazes de fazê-lo de maneira limpa e evitar um incidente catastrófico", disse um veterano não identificado dos EUA ao The Wall Street Journal.

Desde 2015, o Iêmen está envolvido em um conflito armado entre o governo liderado pelo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi e o movimento Houthi, também conhecido como Ansar Allah.

Liderada pela Arábia Saudita, uma coalizão de países do Golfo Pérsico, incluindo Emirados Árabes Unidos, vem realizando ataques aéreos contra os Houthis a pedido de Hadi, desde março de 2015.

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