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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Assad promete aumentar presença militar do Irã na Síria 'se assim for necessário'

O presidente da Síria concedeu uma entrevista à uma emissora iraniana e avaliou a situação em seu país.


Sputnik

O presidente da Síria, Bashar Assad, anunciou que a presença do Irã na Síria, bem como as relações de Teerã com Damasco, não são negociáveis. Ele confirmou nesta quinta-feira que o Irã não possui bases fixas na Síria em uma entrevista concedida ao canal iraniano Al Alam.

Destacamento iraniano na Síria
Tropas iranianas na Síria © Sputnik / Mikhail Voskresenky

Assad especificou que os contatos entre a Rússia, EUA e Israel sobre a Síria ainda estão em andamento. O chefe de Estado, entretanto, enfatizou que as relações entre Damasco e Teerã "não farão parte de qualquer negociação", já que não se trata de "um bazar internacional".

Ao mesmo tempo, o presidente sírio anunciou que, embora na Síria não existam bases fixas iranianas, ele "não se oporá ao estabelecimento de bases militares iranianas" em seu país, se "assim for necessário".

Além disso, o presidente sírio garante que a libertação da Síria pode seguir dois caminhos possíveis ainda não definidos: "reconciliação ou libertação pela força".

O presidente sírio especificou que o lado russo propõe seguir o caminho da reconciliação, como foi feito em outras regiões, inclusive em Ghouta Oriental. O líder sírio reclamou, no entanto, da "pressão de Israel e dos EUA junto aos terroristas, para que a resolução pacífica não seja alcançada".

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