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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Assembleia Geral adota resolução pedindo maior proteção aos palestinos

Decisão deplora o uso "excessivo" da força por Israel nos protestos iniciados em março; sessão de emergência adotou documento passou com 120 votos a favor, 8 contra e 45 abstenções.


Monica Grayley | ONU

A Assembleia Geral da ONU realizou uma sessão de emergência, na quarta-feira, que adotou uma resolução apelando a maior proteção de palestinos e deplorando “uso excessivo, desproporcional e indiscriminado” da força por militares de Israel contra civis palestinos particularmente em Gaza.

Resultados da votação da Assembleia Geral da ONU na resolução sobre a proteção da população civil palestina | ONU/Evan Schneider

O encontro de emergência dos 193 Estados-membros seguiu-se a semanas de violência ao longo do cerco entre Israel e a Faixa de Gaza, durante protestos de palestinos denominados Marcha de Retorno, iniciados em março.

Vítimas

Agências de notícias dizem que mais de 120 palestinos morreram quando participavam nas manifestações.

O documento foi aprovado esta quarta-feira com 120 votos a favor, 8 contra e 45 abstenções, após a votação de uma ementa dos Estados Unidos condenado o papel do grupo extremista Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Após várias rodadas de votação como parte dos procedimentos, a proposta garantiu o apoio de 62 países, com 58 votos contra; chegando perto do apoio de maioria de dois terços necessário.

Cúpula

A sessão foi convocada pelo presidente da Assembleia Geral, Miroslav Lajcák, a pedido da Argélia e da Turquia, que presidem o Grupo Árabe e a Cúpula da Organização da Cooperação Islâmica respectivamente.

A resolução “deplora o uso de qualquer força excessiva, desproporcional e indiscriminada pelas forças de Israel contra civis palestinos nos Territórios Palestinos, incluindo Jerusalém Oriental, e particularmente na Faixa de Gaza, incluindo o uso de munições reais contra manifestantes civis, incluindo crianças, bem como pessoal médico e jornalistas, e manifesta sua grande preocupação com a perda de vidas inocentes ”.

O documento também “exige que Israel, a potência ocupante, se abstenha de tais ações e cumpra plenamente suas obrigações e responsabilidades legais” como prevê a 4ª Convenção de Genebra sobre a proteção de civis em momentos de guerra.

De acordo com a decisão, o secretário-Geral deverá após 60 dias, apresentar “propostas sobre formas e meios para garantir a segurança, a proteção e o bem-estar da população civil palestina sob a ocupação israelense, incluindo“ recomendações relativas a um mecanismo de proteção internacional”.

O texto também “deplora o lançamento de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis israelenses”, mas não menciona o movimento Hamas como responsável por tais lançamentos.

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