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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Cenário para libertação do sul da Síria ainda é incerto, afirma Assad

O cenário para a libertação do sul da Síria ainda não está definido, pode ser uma solução pacífica ou uma solução com uso da força, disse o presidente sírio, Bashar Assad, em entrevista à TV Al-Alam, do Irã, nesta quarta-feira (13).


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"O Sul da Síria está enfrentando uma escolha. Ou é a reconciliação ou a liberação pela força. Neste momento, não há resultados [do processo de paz] por causa da pressão dos EUA e dos EUA sobre os terroristas naquela região. A reconciliação e a solução pacífica poderiam ser alcançadas", afirmou a agência estatal síria SANA, citando Assad.

O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo / Página do Facebook da Presidência da Síria

Mês anterior, a mídia local informou que as forças do governo sírio foram remanejadas de Damasco e outras partes da Síria para a frente sul. As forças desdobradas eram da Guarda Republicana — uma unidade de elite do Exército Sírio, encarregada principalmente de defender Damasco — e um grupo paramilitar associado ao aparato de inteligência da Síria, segundo o Al Masdar News.

A ofensiva terá como objetivo liberar a totalidade do sul da Síria, incluindo o território perto das colinas de Golã, ocupadas por Israel, o que alarmou Israel. Este mês, uma fonte militar anônima síria disse ao Sputnik que "combatentes da resistência do Hezbollah e outras milícias estrangeiras apoiadas pelo Irã" não desempenharão nenhum papel na próxima ofensiva do Exército Sírio na área.

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