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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Cenário para libertação do sul da Síria ainda é incerto, afirma Assad

O cenário para a libertação do sul da Síria ainda não está definido, pode ser uma solução pacífica ou uma solução com uso da força, disse o presidente sírio, Bashar Assad, em entrevista à TV Al-Alam, do Irã, nesta quarta-feira (13).


Sputnik

"O Sul da Síria está enfrentando uma escolha. Ou é a reconciliação ou a liberação pela força. Neste momento, não há resultados [do processo de paz] por causa da pressão dos EUA e dos EUA sobre os terroristas naquela região. A reconciliação e a solução pacífica poderiam ser alcançadas", afirmou a agência estatal síria SANA, citando Assad.

O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo / Página do Facebook da Presidência da Síria

Mês anterior, a mídia local informou que as forças do governo sírio foram remanejadas de Damasco e outras partes da Síria para a frente sul. As forças desdobradas eram da Guarda Republicana — uma unidade de elite do Exército Sírio, encarregada principalmente de defender Damasco — e um grupo paramilitar associado ao aparato de inteligência da Síria, segundo o Al Masdar News.

A ofensiva terá como objetivo liberar a totalidade do sul da Síria, incluindo o território perto das colinas de Golã, ocupadas por Israel, o que alarmou Israel. Este mês, uma fonte militar anônima síria disse ao Sputnik que "combatentes da resistência do Hezbollah e outras milícias estrangeiras apoiadas pelo Irã" não desempenharão nenhum papel na próxima ofensiva do Exército Sírio na área.

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