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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Chefe da Força Aérea britânica defende bombardeamento de 'inimigo maligno' na Síria

O chefe da Força Aérea do Reino Unido, que em breve deixará o cargo, em meio a novo relatório que acusa a coalizão, liderada pelos EUA, de ter violado a lei internacional e de ter assassinado centenas de civis na cidade síria de Raqqa, tomou postura de defesa.


Sputnik

Marechal Stuart Peach, chefe da Força Aérea britânica, afirmou que a coalizão tem sido "meticulosa" ao evitar matar civis em meio a bombardeamentos de "inimigo realmente perigoso e maligno" em Raqqa.

Oficial acenando para pilotos de um avião da Força Aérea Real Tornado
Tornado da RAF © AP Photo / Pavlos Vrionides

Em entrevista à emissora BBC, Stuart sublinhou que a operação da Força Aérea Real em Raqqa foi "a operação aérea mais cuidadosamente planejada da história".

O oficial sênior encarregado pela luta contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) também notou que todos os possíveis incidentes ligados à morte de civis estão sendo investigados cuidadosamente, incluindo fornecimento de dados sobre hora e local dos acontecimentos.

O comentário de Stuart surge depois da publicação do novo relatório da Anistia Internacional. Os grupos de direitos humanos acusam a coalizão, liderada pelos EUA, de ter usado ilegalmente fósforo branco em áreas residenciais nos arredores de Raqqa, e de ter matado e ferido muitos civis durante ataques aéreos. Amnistia se refere aos ataques como violação da lei internacional.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia respondeu ao relatório da Anistia, dizendo que ataques comprovam uso da força desproporcional e indiscriminada, causando quase que completa "limpeza do mapa" da cidade ao invés de libertá-la.

A Força Aérea Real lançou mais de 1.600 ataques aéreos na Síria, Iraque e Líbia desde agosto de 2014 durante operação Shader contra o Daesh.

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