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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Coalizão árabe intercepta barcos de houthis com armamento no mar Vermelho

A coalizão árabe que luta contra os houthis no Iêmen, hoje (30) teria prevenido um ataque com o uso de embarcações pesqueiras no mar Vermelho, comunicou o diário Saudi Gazette.


Sputnik

Na sua conta no Twitter, o jornal precisou que as forças da coalizão interceptaram barcos inimigos com mísseis e granadas propulsados por foguetes.

Barco no porto iemenita de Al-Hudaida
© REUTERS / Abduljabbar Zeyad

Seis embarcações haviam atracado para descarregar no porto de Al-Hudayda, e mais oito estavam esperando para entrar.

O Iêmen tem vivido desde 2014 um conflito armado entre os partidários do presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi e os rebeldes houthis do movimento Ansar Allah.

Em março de 2015, uma coalizão encabeçada pela Arábia Saudita, integrada maioritariamente por países do golfo Pérsico, passou a atuar do lado do governo legítimo iemenita.

Desde meados de junho, a coalizão árabe continua uma operação que visa expulsar os rebeldes de Al-Hudaida.

Cerca de 70% das importações, incluindo bens comerciais e humanitários, entram no Iêmen através de Al-Hudaida e de outro porto, Al-Salif, situado mais ao norte.

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