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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Coalizão árabe intercepta barcos de houthis com armamento no mar Vermelho

A coalizão árabe que luta contra os houthis no Iêmen, hoje (30) teria prevenido um ataque com o uso de embarcações pesqueiras no mar Vermelho, comunicou o diário Saudi Gazette.


Sputnik

Na sua conta no Twitter, o jornal precisou que as forças da coalizão interceptaram barcos inimigos com mísseis e granadas propulsados por foguetes.

Barco no porto iemenita de Al-Hudaida
© REUTERS / Abduljabbar Zeyad

Seis embarcações haviam atracado para descarregar no porto de Al-Hudayda, e mais oito estavam esperando para entrar.

O Iêmen tem vivido desde 2014 um conflito armado entre os partidários do presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi e os rebeldes houthis do movimento Ansar Allah.

Em março de 2015, uma coalizão encabeçada pela Arábia Saudita, integrada maioritariamente por países do golfo Pérsico, passou a atuar do lado do governo legítimo iemenita.

Desde meados de junho, a coalizão árabe continua uma operação que visa expulsar os rebeldes de Al-Hudaida.

Cerca de 70% das importações, incluindo bens comerciais e humanitários, entram no Iêmen através de Al-Hudaida e de outro porto, Al-Salif, situado mais ao norte.

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