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Chefe da ONU diz que é essencial evitar escalada de tensões no Irã

O chefe da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, alertou neste domingo que é essencial evitar “qualquer forma de escalada” das tensões no Golfo, em meio a temores de um conflito após a derrubada de um drone norte-americano pelo Irã na semana passada.
Por Catarina Demony | Reuters

LISBOA (Reuters) - “O mundo não pode permitir um grande confronto no Golfo”, disse Guterres, nos bastidores da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, em Lisboa . “Todos devem manter nervos de aço.”

Na quinta-feira, um míssil iraniano destruiu um drone de vigilância dos EUA, em um incidente que o governo norte-americano disse que aconteceu no espaço aéreo internacional.

Trump disse mais tarde que ordenou o cancelamento de um ataque militar em retaliação pela ação que poderia ter resultado em 150 mortes.

Teerã repetiu no sábado que o drone foi abatido sobre seu território e disse que responderia com firmeza a qualquer ameaça dos EUA.

Os comentários de Guterres vêm um dia depois…

Como reintegrar Donbass? Ucrânia revela detalhes do plano B

Político ucraniano revela os passos do plano de reserva ucraniano com vista a resolver o conflito em Donbass.


Sputnik

Em entrevista à edição Apostrof, o ex-embaixador ucraniano na Croácia e atual conselheiro do ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, Aleksandr Levchenko, revelou que o plano B sobre Donbass inclui a "desocupação" da Crimeia.

Soldado ucraniano perto de Donetsk (foto de arquivo)
Militar ucraniano próximo a Donetsk © AP Photo / Evgeniy Maloletka

Ele acredita que, se a Ucrânia não conseguir reintegrar o Donbass, será necessário centrar-se na "desocupação" da Crimeia.

"A recuperação da Crimeia deve ocorrer na ordem inversa à sua captura — primeiro a ocupação da península, e depois o Donbass. Portanto, primeiro devemos recuperar a região mineira e depois tratar da Crimeia. Se a Rússia bloquear o plano de paz de recuperação de Donbass, a parte ucraniana tem um plano B: nos voltarmos para a Crimeia. E então a situação se tornará mais complicada para Moscou, porque a questão da Crimeia abrange automaticamente a questão do Donbass.

"A situação da Crimeia é mais complicada, mas nos lembramos dela e não podemos excluí-la do campo informacional da sociedade ucraniana. É provável que na verdade seja uma questão de vida ou de morte para o Estado", declarou.

A Crimeia separou-se da Ucrânia e se reintegrou à Rússia na primavera de 2014, quando mais de 97% dos residentes da península votaram a favor da reunificação em um referendo. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano.

As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com o direito internacional.

Quase o mesmo aconteceu com Donetsk e Lugansk, onde foram proclamadas repúblicas populares em resposta ao violento golpe de Estado que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano. Segundo estimativas da ONU, desde o início da crise as hostilidades resultaram em mais de 10 mil mortos.

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