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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Como reintegrar Donbass? Ucrânia revela detalhes do plano B

Político ucraniano revela os passos do plano de reserva ucraniano com vista a resolver o conflito em Donbass.


Sputnik

Em entrevista à edição Apostrof, o ex-embaixador ucraniano na Croácia e atual conselheiro do ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, Aleksandr Levchenko, revelou que o plano B sobre Donbass inclui a "desocupação" da Crimeia.

Soldado ucraniano perto de Donetsk (foto de arquivo)
Militar ucraniano próximo a Donetsk © AP Photo / Evgeniy Maloletka

Ele acredita que, se a Ucrânia não conseguir reintegrar o Donbass, será necessário centrar-se na "desocupação" da Crimeia.

"A recuperação da Crimeia deve ocorrer na ordem inversa à sua captura — primeiro a ocupação da península, e depois o Donbass. Portanto, primeiro devemos recuperar a região mineira e depois tratar da Crimeia. Se a Rússia bloquear o plano de paz de recuperação de Donbass, a parte ucraniana tem um plano B: nos voltarmos para a Crimeia. E então a situação se tornará mais complicada para Moscou, porque a questão da Crimeia abrange automaticamente a questão do Donbass.

"A situação da Crimeia é mais complicada, mas nos lembramos dela e não podemos excluí-la do campo informacional da sociedade ucraniana. É provável que na verdade seja uma questão de vida ou de morte para o Estado", declarou.

A Crimeia separou-se da Ucrânia e se reintegrou à Rússia na primavera de 2014, quando mais de 97% dos residentes da península votaram a favor da reunificação em um referendo. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano.

As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com o direito internacional.

Quase o mesmo aconteceu com Donetsk e Lugansk, onde foram proclamadas repúblicas populares em resposta ao violento golpe de Estado que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano. Segundo estimativas da ONU, desde o início da crise as hostilidades resultaram em mais de 10 mil mortos.

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